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  1. 1 point
    https://olhardigital.com.br/games-e-consoles/noticia/o-que-um-xbox-sem-leitor-de-discos-significa-para-o-futuro-dos-videogames/84833 O que um Xbox sem leitor de discos significa para o futuro dos videogames? As mídias físicas estão caminhando, no mínimo, para uma perda progressiva de importância Após meses de especulações, a Microsoft mostrou ao mundo o Xbox One S All-Digital Edition. O que esse nome gigante quer dizer é que o novo console não vem com uma entrada de Blu-Ray, o que significa que ele só suporta jogos baixados digitalmente, sem a possibilidade de instalá-los no HD por mídia física. O anúncio também sinaliza uma tendência curiosa no mercado. Não entenda errado: o Xbox One S All-Digital Edition (vamos chamá-lo de “SADE” a partir de agora por uma questão de brevidade) não será a única versão do Xbox à venda, e a Microsoft pretende continuar vendendo as versões com entrada para Blu-Ray pelo menos até segunda ordem, oferecendo a nova variação como uma opção mais acessível. Estamos falando, portanto, de um teste. Sim, a Microsoft quer saber se o público se interessa por um console sem entrada para discos e quanto a menos ela precisa cobrar para que a ideia seja aceitável. Atualmente, a diferença entre o preço sugerido do Xbox One S comum e do Xbox One SADE é de US$ 50. O que esse teste revela, no entanto, é que a Microsoft acredita que, sim, existe espaço para um produto deste tipo no mercado. E a companhia certamente deve ter ao seu lado dados que banquem essa aposta, mostrando que a transição para a mídia digital está se acelerando por parte dos próprios consumidores, que estão enxergando a conveniência do formato. Não é muito difícil ver os sinais. Recentemente, a GameStop maior rede de lojas de videogames dos Estados Unidos conhecida também pelo seu sistema de compra e revenda de jogos usados, anunciou resultados preocupantes, com um prejuízo de US$ 187,7 milhões nos primeiros três meses de 2019. Um dos fatores que mais colaborou para o resultado ruim foi justamente a queda nas vendas dos jogos usados. É possível atribuir os problemas da GameStop a muitos fatores, entre eles a incapacidade de competir com o comércio online, em especial com a Amazon. No entanto, a queda na venda de jogos usados é significativa: as pessoas não estão mais comprando games de segunda mão, que são mais baratos, porque a mídia física não é mais uma prioridade. O curioso é que muitos devem se lembrar do desastre que foi o anúncio do Xbox One em 2013. Na ocasião, a Microsoft se enrolou toda para explicar os requisitos de conectividade do console, que não rodaria jogos se o usuário não se conectasse pelo menos uma vez a cada 24 horas na internet. A reação contra a empresa foi violenta e fez com que seus planos fossem revisados, mas no fim das contas a companhia tem colocado sua visão inicial para o console em prática aos pouquinhos, e a rejeição tem sido consideravelmente menor do que seis anos atrás. Quando pensamos nos serviços que a Microsoft tem prometido, o leitor de Blu-Ray faz ainda menos sentido. O Xbox Game Pass, por exemplo, tem feito sucesso oferecendo jogos apenas digitalmente por meio de uma assinatura. A empresa também já fala abertamente sobre o projeto xCloud, que será uma plataforma de jogos por streaming aos moldes do Stadia, revelado em março pelo Google. Nada disso envolve um leitor de discos físicos. Futuro forçado Claro que a mídia digital como único método de distribuição ainda pode ser um problema para muitos, no entanto. Nem todas as regiões do mundo têm acesso a uma conexão decente para baixar jogos que muitas vezes ultrapassam 100 GB, o que pode fazer com que o download de um único jogo às vezes leve semanas. No entanto, a própria indústria não tem levado a mídia física muito a sério. Afinal de contas, quantas vezes vemos empresas lançando jogos em disco incompletos e que dependem de atualizações gigantescas disponíveis logo no dia do lançamento para funcionar? Para ficar no mundo do Xbox, temos exemplos de jogos como “Halo 5” e “Gears of War 4” que foram lançados em um Blu-Ray de 50 GB, mas que já ocupam mais de 100 GB de armazenamento no console após várias atualizações. Ou seja: quem comprar o disco hoje vai ter um download gigantesco pela frente assim que inseri-lo no console. A realidade é que o disco hoje em dia é só um validador de autenticidade de um jogo. Em muitos casos, ele sequer carrega mais o jogo completo, e as empresas apostam nas atualizações para corrigir bugs que às vezes são gravíssimos, de modo que quem evita esses updates está sujeito a uma experiência de jogo toda quebrada. Assim, fica claro que o caminho para o sucesso em uma aposta como essas é convencer o consumidor pelo bolso. A mídia digital já está aí, se tornando cada vez mais popular e acessível, enquanto a mídia física é relegada ao segundo plano pelos desenvolvedores; o que falta é preço: faça o console e os jogos mais baratos, e o público seguirá a tendência. Foi o que aconteceu com o Steam no PC; a combinação de preço e conveniência fez com que hoje sequer seja possível comprar um disco de jogo para Windows, e as caixinhas vendidas em lojas hoje normalmente só possuem um código de download. A se lamentar, no entanto, é a questão da preservação histórica dos videogames. A mídia digital, infelizmente, está sujeita à vontade da Microsoft, no caso do Xbox; se a empresa decidir por algum motivo, desabilitar seus servidores, ninguém mais vai baixar nenhum jogo. Obviamente isso não é um problema no curto prazo, mas e em 20 anos? Até hoje é possível ligar um Atari e plugar um cartucho de “River Raid”, mas você não vai mais conseguir jogar “Scott Pilgrim vs. the World: The Game”, da geração passada, ou “P.T.”, o teaser jogável para o cancelado “Silent Hills”, que tiveram sua distribuição exclusivamente digital interrompida. Que outros conteúdos poderão se perder ao longo do tempo? ========================================================= Xbox S sem um leitor otico, vai ser somente 50 dollares mais barato? Os jogos custam o mesmo preço sendo digital/fisco portanto melhor ter um Bluray para emprestar para um amigo do que ficar fazendo milhares de contas para dividir. Jogos digitais podem desaparecer das lojas porque a licença expirou. Pra quem faz streaming de games vai ser uma boa, o ruído vai ser menor, tirando isso nada muda, a MS e seu sonho molhado de abandonar mídias físicas, o grande problema é que ainda elas fazem parte de um grande negocio: o Mercado usado de games, lojas e sites vendem games usados a preços muito competitivos, muitas pessoas ainda utilizam do esquema: compre seu jogo novo, detone ele, devolva na semana de lançamento e tenha um bom desconto/credito na compra de um jogo novo.
  2. 1 point
    Não ligo mais com as especificações, já quando lançarem, placas de vídeo e processadores estarão obsoletos se comparados ao PC, portanto quais exclusivos estarão disponíveis e qual vantagem cada um vai possuir, comprei o PS4 por causa de Bloodborne e Persona 5 o resto veio de lucro, retro para mim não vejo muita vantagem já que pretendo ficar com o antigo console. Talvez o mais importante seria o multiplayer entre plataformas, mas isso também é um detalhe secundário. Sinceramente eu jogo muito pouco online, prefiro jogos singles player, não tenho mais tempo para ficar gastando e meus reflexos já se foram a muito tempo, gosto do multiplayer da serie Souls e do estilo Drop in, Drop Out. Esse negocio de nuvem ainda não funciona bem nos países desenvolvidos, EUA que possui em media 18.7 Mb/s, Inglaterra 16.9Mb/s em comparação a Korea do Sul 28.6 Mb/s mesmo com grande vantagem ainda vai ser problemático jogar com nuvem, banda larga tem seus problemas de expansão. Os malucos dos Brs com 6.8 Mb/s não vão conseguir jogar em nuvem a não ser que seja um jogo em turno. Creio com o advento da 5g ai jogar em nuvem vai ser possivel 430 Mb/s e 1 a 25 milissegundo de input delay. Creio que quando chegar o dia MS e Sony vão virar prestadora de serviços e consoles vão ser mais um gadget do que algo necessário. Mesmo com streaming de musica, eu ainda levo minhas em mp3, porque nem sempre tenho conexão boa ou não consigo ter acesso, Melhor ter alguma coisa para passar o tempo do que nada, ate mantenho alguns jogos de celular que rodam offline. Infelizmente nossa infra tá atrasada em muitas décadas, operadoras ainda não terminaram a expansão do 4g no Brasil todo e possível que fique a suruba de 2g/3g/4g/5g no território brasileiro.
  3. 1 point
    Eu talvez mude de lado na próxima geração. Mas antes quero ver os consoles. O PS5 com retro me interessa por que tem alguns jogos do PS4 que ainda gostaria de jogar. Já o X ainda vou ver. Talvez mantenha o X com o PS5 ou então vendo mesmo e qualquer jogo do X que eu tiver muito interesse jogo no PC.
  4. 1 point
    ainda não senti que joguei o meu ps4 o suficiente para comprar outro console e estou esperando o novo playstation portatil
  5. 1 point
    Algum usuário do fórum? Para ser sincero não lembro.
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