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Goris

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900 Excelente

Sobre Goris

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    Brekgrounder Elite - Silver Warrior!
  • Data de Nascimento October 21

Informações de Perfil

  • Sexo
    Male
  • Localidade
    Somewhere over the rainbow

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  1. O que você anda jogando?

    Wow é um jogo que você cria seu personagem, escolhe aparência, raça (entre raças fantásticas, anões, elfos, orcs - em wow orcs são verdes, logo todo mundo adora jogar com eles - humanos, mais umas raças doidas) e recebe uma missão. Cada missão te leva a novas missões, que te levam a ainda mais missões, que é quando vc aprende a jogar e começa a jogar com outros jogadores. Tem a chance de vc fazer amizades, que podem até ir pro mundo real (podem, se vc quiser) e até casamento (que acho que não é o que vc quer) tanto no mundo virtual - imagina, vc se casa num jogo, passa a proteger uma pessoa e ela te proteger... Sempre dá briga - quanto no real. Com o tempo, o jogo pode destruir sua vida. Muita gente joga meia hora todo dia, mas outros perdem a vida nesse jogo. Mas tem pessoas que passamanaria tão envolvente que esquecem amigos, casamento, trabalho... Acho, amiga, que o jogo não é pra vc. No começo vc vê os bonequinhos e acha um jogo, mas quando se envolve e descobre histórias dentro do jogo, facções, amigos, inimigos, tramas, tudo isso acaba te alienando. Veja o Brek, parou de jogar tudo por causa de Wow. Lembra do BlackTiger que postava na BG? Começou a jogar WoW e... Quantos anos faz que vc não lê um post sequer do BlackTiger? Fuja, jovem, fuja enquanto ainda pode.
  2. Copa 2018

    Bom, só lembrei que hoje era dia de jogo da Copa - claro, depois de sair mais cedo do trabalho - quando percebi que NINGUÉM estava soltando fogos. Quando descobri que estava 2 x 0 me surpreendi. Nisso entrei no google e acompanhei os 2 ultimos minutos apenas lendo o texto... Gente blasé é foda.
  3. [História] África!

    Nem todos os ditadores africanos eram comunistas, ainda que aliados de países comunistas (curioso notar que vale se unir a ditadores genocidas quando se é a URSS, mas se forem os EUA...) Idi Amin Dada, o terror de Uganda Um dos ditadores mais brutais e insanos da África só foi deposto após matar cerca de 300 mil pessoas em Uganda Por Danilo Cezar Cabral ILUSTRA Eduardo Belga 1) Filho de uma mulher que se considerava feiticeira, Idi Amin nasceu em Uganda entre 1924 e 1925 – a data exata e a cidade são desconhecidas. Quando jovem, ele se alistou no Exército britânico, que na época dominava esse país na região central da África 2) No Exército, foi um esportista de sucesso e ganhou nove títulos como boxeador. Também lutou contra rebeldes na Somália e no Quênia e, em 1954, foi promovido a effendi, maior patente militar que um negro poderia alcançar na época. 3) Em 1962, Uganda se tornou um país independente e, quatro anos depois,IdiAmin foi nomeado líder do Exército e da Marinha pelo presidente Milton Obote. Em 1971, ele deu um golpe de Estado em Obote e se declarou presidente vitalício. 4) Seu governo foi brutal. Idi Amin formou um grupo de conselheiros que agia como uma milícia, eliminando oponentes reais e imaginários do ditador. Estima-se que cerca de 300 mil pessoas tenham sido assassinadas por ordens dele. 5) As atrocidades também rolaram na vida familiar. Kay Amin, uma das várias esposas do ditador, foi encontrada morta, com o corpo todo mutilado, após tentar fazer um aborto. Idi Amin teria descoberto que Kay o traíra com um amante. 6) Doido de pedra, certa vez ele teria escrito uma carta à rainha britânica Elizabeth II dizendo que, se ela quisesse conhecer um homem de verdade, era só visitá-lo em Uganda… Após romper relações diplomáticas com os britânicos, ele se autoproclamou “rei da Escócia”. (Em 2007, a cinebiografia O Último Rei da Escócia, sobre Idi Amin, rendeu o Oscar de melhor ator a Forest Whitaker). 7) Ele aterrorizou tanto a população que surgiram rumores – nunca confirmados – de que Idi Amin guardava partes do corpo de suas vítimas para praticar o canibalismo. O certo é que ele mergulhou Uganda no caos durante seus oito anos no poder. Que fim levou? Em 1979, tropas da Tanzânia – invadida pelo ditador – e ugandenses rebelados forçaram o exílio de Amin. Ele morreu, por falência múltipla dos órgãos, na Arábia Saudita, em 2003. Fonte: Superinteressante
  4. Tópico Oficial - Aventuras na História!

    Cidades iluminadas por estrela de cristal e 'imperialistas' confinados em ilha: Como os soviéticos imaginavam 2017 Direito de imagemSERGEY POZDNYAKOV Image captionA história futurista foi publicada em formatos de tiras para projetores de slides Como seria o mundo se a União Soviética não apenas ainda existisse, mas também se tivesse espalhado o comunismo por todo o planeta? Um exercício de imaginação nessa linha veio à tona em 1960 - mais especificamente a coleção de slides Em 2017, um relato fictício que se passa a poucos dias do centenário da Revolução Russa. Nesse mundo imaginado, a União das Repúblicas Socialistas Soviéticas (URSS) sobrevive à desintegração de 1991 (algo perfeitamente possível de se conceber em 1960) e se vê mais poderosa do que nunca. O que há de real por trás do mito dos Illuminati? Como o rosto controla nosso destino Por que o Japão tem uma taxa de suicídios tão alta? Os soviéticos, por exemplo, têm uma ferrovia que cruza o Estreito de Bering - que os separa geograficamente dos EUA - e construíram uma represa capaz de deter as correntes frias do Ártico. De autoria de V. Strukova y V. Schevchenko, e ilustrado por L. Smekhov, o material foi publicado em 44 tiras de negativos para o Diafilme, um projetor de slides doméstico que se usava nos anos 1960. Em 2017 voltou à tona no início de janeiro, quando o russo Sergey Pozdniakov publicou as tiras em sua conta no VK, a principal rede social russa. Pozdniakov disse à BBC Mundo, o serviço em espanhol da BBC, que os negativos pertenciam a seu avô e tinham sido comprados em 1962 em um mercado de Moscou. O neto decidiu digitalizar as tiras porque elas estavam se deteriorando. Apresentamos aqui dez negativos, que fazem parte do relato imaginado da experiência da excursão de uma turma escolar soviética, protagonizada pelo menino Igor - as crianças visitam Uglegrado, uma cidade construída sob o Ártico e que vive em eterna primavera. Enquanto visitam o local, "imperialistas" causam uma explosão que põe em risco a vida do planeta. 'Em 2017' Direito de imagemSERGEY POZDNYAKOV Em uma aula de geografia, crianças veem em uma tela de cinema especial as cidades futuristas construídas pelos soviéticos. Uma delas é Uglegrado, a cidade subterrânea que os alunos visitarão no dia seguinte. Direito de imagemSERGEY POZDNYAKOV Os jovens também conhecem avanços tecnológicos como os foguetes de propulsão fotônica, que viajam na velocidade da luz para o sistema planetário mais próximo, Alfa-Centauri. Direito de imagemSERGEY POZDNYAKOV Um relógio especial desperta Igor para que ele não perca a excursão. Direito de imagemSERGEY POZDNYAKOV Para preparar o café da manhã, Igor insere na cozinha automática uma receita deixada pela mãe. As máquinas escaneiam as instruções e misturam os ingredientes. Direito de imagemSERGEY POZDNYAKOV Deixando para trás o clima frio de Moscou, Igor e seus colegas chegam a Uglegrado, cidade que vive em eterna primavera e cujos habitantes têm luz e calor fornecidos por uma estrela de cristal. Direito de imagemSERGEY POZDNYAKOV Os soviéticos são capazes de construir cidades subterrâneas graças a potentes máquinas perfuradoras. Direito de imagemSERGEY POZDNYAKOV Enquanto as crianças estão em Uglegrado, o Instituto Meteorológico Central soviético recebe notícias terríveis: os últimos "imperialistas" do mundo, que vivem em una remota ilha do Pacífico Sul, fazem testes com armas nucleares, que causam uma "explosão sem precedentes". Não só destroem a ilha como provocam "perturbações na atmosfera do planeta". Direito de imagemSERGEY POZDNYAKOV A explosão cria tornados gigantescos que se aproximam de Moscou. Direito de imagemSERGEY POZDNYAKOV Mas os soviéticos contam com estações climáticas voadoras, capazes de controlar o clima. Com elas, detêm as tormentas, salvam o mundo e podem continuar preparando as comemorações do centenário da "Grande Revolução de Outubro".
  5. Espertinha. Não li a lista (estou velho e odeio essas listas espertinhas que vc tem que clicar mil vezes pra ver os mil vilões) mas se não tiver Scar, melhor nem postar.
  6. Excessos do movimento feminista

    No mais, mais um texto do Cardoso: A princesa muçulmana espiã que peitou Hitler mas não foi páreo para a Sororidade Cardoso 21/06/2018 Noor Inayat Khan teria uma vida incrível mesmo se não tivesse saído de casa. Ela não era tecnicamente uma princesa, pois não tinha um ajudante animal fofinho nem era filha do Rei ou do Chefe, mas seu pai, Inayat Khan Rehmat Khan Pathan era da realeza indiana, músico talentoso e estudioso do Sufismo, uma vertente do islamismo extremamente pacifista, tipo a Religião da Paz™ da Religião da Paz™. Contra a lógica, Noor Inayat nasceu em Moscou, em 1/1/1914. A mãe era… americana. Pirani Ameena Begum, nome escolhido depois que perceberam que ficaria estranho uma Ora Ray Baker numa família indiana. Ela conheceu o marido nos Estados Unidos durante uma turnê. No mesmo ano em que Noor nasceu, a família se mudou para a Inglaterra, e em 1920 quando não havia mais guerra foram para a França. Noor estudou psicologia infantil na Sorbonne, aprendeu música no Conservatório de Paris, tocava harpa e piano, se tornou autora popular (assinando como Nora Baker), mas Hitler tinha outros planos, e quando o bicho começou a pegar a família se mudou de mala e cuia de volta pra Inglaterra, em 1940. A filosofia Sufi impedia que Noor pegasse em armas, e a legislação da época também, mas ela queria fazer sua parte, então alistou-se no WAFF – Women’s Auxiliary Air Force e arrumou uma vaga como operadora de radiotelegrafia. Sua habilidade como música a tornava excelente, com transmissões claras e baixíssima taxa de erro. Isso fez com que Noor fosse recrutada pelo SEO, o Special Operations Executive, a agência que cuidava de espiões, agentes e sabotadores em território inimigo. Ela foi treinada para ser uma agente infiltrada, a primeira mulher enviada como operadora de radiotelegrafia, algo muito, muito perigoso. Os alemães viviam triangulando sinais, mais de 20 minutos de transmissão e chegariam nela. Era preciso montar e desmontar o rádio, camuflar antenas, tudo sem chamar a atenção. O treinamento foi rigoroso, mas ela se deu bem na maior parte. Não gostava da parte de segurança, detestava ter que mentir, mas quando passou por um interrogatório simulado, os agentes deram nota 10. Ela chorou, se desesperou mas não entregou a verdadeira identidade. Quando seu relatório final foi feito e o instrutor disse que ela não era muito inteligente mas era esforçada, entretanto sua personalidade instável e temperamental era problemática o chefe do departamento rabiscou a conclusão e escreveu do lado “bobagem!” Noor Inayat Khan embarcou em um vôo clandestino e chegou na França em Junho de 1943, onde assumiu o nome de Jeanne-Marie Renier, uma enfermeira pediátrica. Falando francês fluente sem sotaque, era tranquilo se passar por uma local filha de imigrantes. Imediatamente ela começou a trabalhar na célula da resistência organizada por Francis Suttill, Henri Garry e Emile Garry, codinome Cinema, porque era parecido com Gary Cooper. Ela transmitiu e recebeu milhares de mensagens assinando como “Madeleine”, sua contribuição foi valiosíssima para atrasar a vida dos nazistas na França, mas em Outubro de 1943 Noor foi capturada. Levada para o quartel da Gestapo, o interrogatório foi brutal, mas Hans Kieffer, chefe da SS na época testemunhou depois da guerra que ela não havia dado nenhuma informação útil, mentia consistentemente o tempo todo. Em Novembro de 1943 ela tentou fugir mas foi recapturada durante um ataque aéreo. Depois da segunda tentativa de fuga, Noor foi mandada para uma prisão em Pforzheim, na Alemanha, onde permaneceu dez meses com as mãos e pés acorrentados, até que cansados de não obter informações, os nazistas a mandaram para o campo de concentração de Dachau. Lá no dia 13 de Setembro de 1944 ela foi reunida com outras três prisioneiras. Um oficial chamado Wilhem Ruppert a espancou até cansar, depois elas foram colocadas ajoelhadas e executadas com tiros na nuca. Apesar do serviço de contra-espionagem de Hans Kieffer ser excelente, ele não foi o responsável pela prisão de Noor. Os nazistas chegaram até ela graças a uma denúncia de Renée Garry, irmã de Henri Garry, o principal agente da célula da Resistência. O motivo da traição? Renée gostava de um agente do grupo, France Antelme, mas ele estava arrastando asa para Noor, e como dizia Shakespeare, o Inferno não conhece fúria como a de uma mulher desprezada. Renée foi uma filha da puta, claro, mas o que fez foi fruto de algo que está enraizado no DNA humano: A… Competição Intrasexual Feminina Darwin já havia notado que há várias formas com que espécies selecionam parceiros sexuais adequados. Ele observou que os machos costumam brigar entre si para determinar quem vai ficar com a fêmea, mas que elas também são bem exigentes, então não adianta você ganhar na disputa de chifres, tem que caprichar na dança do acasalamento. A Seleção Sexual gera estes exageros evolucionários: Esses exageros se justificam, mesmo que prejudiquem a sobrevivência dos machos. Manter toda essa estrutura exuberante consome muita energia, o que significa que um macho que consiga um rabo pavonesco de primeira, é excelente em encontrar alimentos e está com a saúde em dia. Todo o trabalho é para agradar a fêmea, que é a parte escassa da equação. Por isso Darwin disse que elas são exigentes. O nome dessa disputa indireta entre machos para ver quem tem o melhor canto, o melhor rabo, o melhor chifre ou o melhor iate na Riviera Francesa é chamada Competição Intersexual. Quando dois machos brigam entre si disputando a fêmea, é a chamada Competição Intrasexual, como no caso destes dois veados abaixo: Essas disputas não raro terminam em morte. A Natureza não é fofinha e lindinha, o imperativo da reprodução é soberano e nada mais importa. O resultado acaba sendo coisas como estes dois alces que morreram congelados em meio a uma briga: Cervos costumam morrer de fome quando suas galhadas ficam presas nas de outros machos durante brigas. No desespero às vezes acontece isto: A cabeça de um dos cervos é arrancada e ele passa o resto do ano com a carcaça presa. Por sorte ao contrário dos humanos, os chifres dos alces não são eternos, eles caem todo ano. Um detalhe interessante é que essa competição intrasexual não acontece com fêmeas, não desse modo. O motivo é simples: Fêmeas têm filhotes pra gestar e cuidar, se começarem a cair na porrada vão se ferir, morrer e uma fêmea morta significa gerações de filhotes que não nascerão. Não que não haja competição agressiva. Fêmeas podem ser bem cruéis. Inclusive quanto menor a oferta de machos maior a agressividade das fêmeas3. Detalhe: Elas competem pelos melhores machos, não pela xepa. Se há uma abundância de oferta, se contentam com um mais ou menos, se a oferta é mínima, vão direto pro Clooney. Um fato curioso é que quando a competição intrasexual feminina sai de controle, no final termina-se com uma espécie matriarcal, como as Hienas. Na maioria das vezes, claro, elas competem de forma mais sutil, por isso a pobre Noor Inayat Khan foi pra vala. Sim, foi uma medida extrema, que exigiu uma boa dose de maucaratismo mas a realidade é que a sororidade vai igualmente pra vala rapidinho quando surge um macho atraente, mas às vezes nem isso é preciso. Uma pesquisa1 de Tracy Vaillancourt e Aanchal Sharma com 83 mulheres heterossexuais entre 19 e 23 anos determinou que mulheres julgam fortemente as outras, com base em aparência e atitude. O teste usou um subterfúgio excelente pra determinar a reação das entrevistadas em relação a outras mulheres, com variados graus de atratividade. As participantes foram chamadas achando que participariam de outro estudo. Foram divididas em pares de amigas e desconhecidas. Uma assistente então apareceu e as levou até a sala da pesquisa. No primeiro lote 40 e mulheres foram recebidas pela assistente, uma jovem nova, bonita, dentro de todos os padrões de beleza tradicionais, cintura, peitos grandes, etc. Vestida de forma conservadora, a Figura A. O segundo lote, com 46 mulheres foi recepcionado pela mesmo assistente, mas em modo full periguete, fazendo estilo sexy. Em ambos os casos as participantes foram levadas até a sala, onde encontraram a “pesquisadora”, uma mulher oriental na casa dos 30 vestida com roupas conservadoras. Após alguns minutos ela e a periguete saíram da sala, e as participantes inevitavelmente começaram a conversar, e claro falavam da periguete, da pesquisadora ou das duas. A conversa foi filmada e depois apresentada a um grupo de dez mulheres, que classificou na escala Bitchy o quanto os pares de mulheres falavam mal da outra. O resultado? A pesquisadora passou indiferente, não gostaram da recepcionista certinha e ODIARAM a recepcionista bonita periguete, a presença de uma mulher sexualmente ativa ativou todos os alarmes, e a arma contra isso é falar mal da outra. Outra pesquisa2 pegou um grupo de voluntárias, e as apresentou a uma imagem de uma outra mulher, “Sara”, composta pela média de 25 imagens de mulheres ovulando. Em seguida as voluntárias eram instruídas a imaginar uma festa com Sara conversando com seus maridos ou namorados. Outro grupo foi apresentado a uma outra Sara, composta de imagens de mulheres fora do período fértil. As voluntárias perceberam a Sara ovulando, e em suas respostas ao questionário deixaram claro que não queriam nem deixariam seus parceiros perto da adversária. Outro efeito é que a presença de “Sara Ovulando” fez com que as mulheres ficassem tivessem maior atração sexual por seus parceiros. Agora o melhor: Esses efeitos só apareceram nos casos onde a mulher reconhecia o parceiro como sexualmente atraente, se for um sujeito bagaceira elas não ligam se ele arrastar a asa pra Sara, sabem que não vai rolar mesmo… e eu me gabando de ter sorte de nunca namorar mulher ciumenta… A competição intrasexual feminina tem vários modelos, a fofoca é uma das medidas mais populares, outra é tentar minar a vantagem das mulheres mais jovens e atraentes ocultando essas características. Por isso há tantas mulheres conservadoras. Não são os pais que ensinam o que uma moça não deve dizer, fazer ou vestir, são as mães. O FEMEN é um bom exemplo dessa competição levada a um extremo. Ele ofende basicamente mulheres, e a escolha de representantes sempre jovens e bonitas funciona para ganhar as manchetes E provocar outras mulheres. Em realidade homens não ligam para mulheres de peito de fora. Uma pesquisa nos EUA mostrou que em todos os casos apresentados homens são pelo menos duas vezes mais favoráveis a mulheres andando com os topless de fora do que… mulheres. 54% dos homens são favoráveis a mulheres na praia fazendo topless, somente 25% das mulheres aprovam isso. Outra forma de competição intrasexual feminina é isto: É um Romy 85, da Jimmy Choo, e se você não reconhece nenhuma dessas palavras, parabéns, é um homem hétero. Esse sapato custa a bagatela de US$2850,00. Sim, é só um sapato, não voa, não tem nem um telefone, igual ao do Maxwell Smart, mas ele tem um superpoder. Uma mulher que entre em uma festa usando um desses está declarando em altos brados que é muito melhor do que todas as outras ali, e que por isso ELA escolhe os homens, as outras que fiquem com a xepa. Nenhum homem do planeta dá a mínima para um sapato feminino. Claro, a gente acha sexy, mas não percebemos diferença entre um Louboutin e um comprado na Sapatilha Moderna, na Rua da Alfândega. Esses sapatos não são comprados pra gente, mas para outras mulheres. Bem como isto: É uma Cloud, da Jimmy Choo também. Bordada a ouro, com cristais encrustados. Custa absurdos US$4950,00. Isso é kryptonita pra qualquer entidade do sexo feminino num raio de 50 metros. Mulheres não compram essas coisas só pra se sobressair diante de outras, compram pra se sentir bem. Por quê você acha que marcas de lingerie caras faturam milhões em países como a Arábia Saudita? O quê vocês acham que elas usam debaixo das roupas? Exato, lingeries, cintas-ligas, pacote completo. É uma forma de criar autoconfiança em um país onde não podem nem votar, e têm sua feminilidade tolhida pelas tradições que são principalmente repassadas pelas próprias mães e avós. O desejo de se sentir bonita é tão inato que segue o ciclo hormonal. Isso mesmo miga, quando você está em ponto de bala pra produzir um bacurinho é a época em que mais se cuida, mais se produz e mais usa jóias e maquiagem4. A competição intrasexual feminina existe durante toda a vida, mas é especialmente forte durante a adolescência e juventude, período de máxima fertilidade onde o imperativo reprodutivo é mais forte, também conhecido pelo termo científico calor na bacurinha. É uma época em que a agressividade indireta é usada o tempo todo, e direcionada às mulheres vistas como competição, ou seja, as mais bonitas e desejáveis. Por isso toda aquela zoeira em cima de modelos e atrizes lindas que disseram que tiveram infâncias difíceis é injusta. Elas são alvo de constantes ataques, que vão do clássico slutshaming, com outras espalhando mentiras sobre a reputação dela, até o igualmente clássico salto quebrado em desfiles de passarela. Distúrbios alimentares estão associados à Competição Intrasexual Feminina, com mulheres se sentindo pressionadas pelos ataques de outras mulheres e apelando para bulimia ou anorexia. Curiosamente homens são imunes a esse tipo de bodyshaming. No máximo a gente começa a juntar grana pra comprar um Porsche. Óbvio que toda essa competição e agressão não acontece em um nível consciente5, e racionalmente defendem o discurso da sororidade, das mulheres juntas amigas e não-agressivas, mas já se perguntou por quê tantas mulheres bonitas defendem tanto o discurso de aceitação, de que não é preciso mudar nada, que você deve amar seu corpo, mas elas mesmas continuam frequentando academia, salão e boutique top? Samantha Brick, uma produtora de TV descobriu tudo isso da pior forma: Ela achou que criaria um paraíso ao abrir uma empresa só com mulheres. O relato todo você pode ler aqui mas vamos a alguns trechos do desastre: “Em uma semana a equipe já se dividiu entre as que já tinham trabalhado juntas e as novatas.” “Todo dia havia stress na hora do almoço ou nas pausas para o lanche, quem não era convidada se sentia rejeitada.” “Moda era um grande divisor, roupas eram grande fonte de comentários, com críticas sobre quem se vestia demais e a qualidade dos bronzeados artificiais.” “Minha segunda em comando, Sarah, a Gerente Geral se recusou a contratar a garota mais qualificada para o cargo de assistente pois ela não sabia diferenciar Missoni de Marc Jacobs, e a função dela seria fazer chá e ir na rua resolver coisas.” “O escritório era como uma passarela de Milão, mas com a competitividade de um concurso de Miss World e o nível de uma luta na lama” “Uma amizade acabou quando Sarah e uma jovem pesquisadora receberam o mesmo presente de natal uma bolsa Chloe Paddington de £900. Quando as duas chegaram no escritório com a mesma bolsa parecia que pistolas haviam sido sacadas.” “Duas das garotas magras viviam falando mal da gordinha do escritório, dizendo coisas como ‘se fosse gorda assim eu me matava'” “Quando tínhamos reuniões com homens, o staff se tornava feroz, cada uma tentando provar que era a mais sexy na sala. Com um representante do Canal 4 uma funcionária disse ‘olhe isso!’, então enfiou as mãos por debaixo do sutiã e torceu os mamilos. O homem e eu ficamos sem fala.” Em menos de dois anos a empresa faliu. Bárbara diz que se for abrir outro negócio se puder só contratará homens. Isso, claro, é um exagero, um ambiente misto é perfeitamente manejável, só com homens você não terá competição intrasexual mas o ambiente vai virar um chiqueiro. De resto, não é um problema que tenha uma solução. Nós somos assim, a culpa é do Darwin. É possível sermos racionais e minimizarmos esse tipo de comportamento, em verdade fazemos isso o tempo todo, mas seria legal que fosse ensinado, principalmente nas escolas. Evitaria muito drama e muita escrotidão principalmente entre as meninas. O choque de realidade é que muito de nosso comportamento é inato, e racionalizar faz com que a gente o entenda, não que ele desapareça. Uma vez eu estava conversando um um amigo psicólogo (no bar, não acredito nesses vudus) e falava de como não entendia como havia terminado um relacionamento tão bom, sem nenhum ciúme ou possessividade. Ele tomou um gole de uisque, me olhou e perguntou quando eu havia sido eleito Deus. “Sim, afinal de contas você reescreveu comportamentos humanos básicos, deve ser Deus pra fazer isso”. Portanto fica a dica, crianças: Não tenham pretensões divinas, mas não esqueçam que podemos entender nossos comportamentos e aprender com eles. Hoje compreendemos o motivo de Noor Inayat Khan, e o importante é que ela não foi esquecida. Ela recebeu postumamente a George Cross, a segunda maior honraria militar britânica, e a Croix de Guerre, condecoração francesa para aqueles que lutaram para a libertação do país. Em 2012 a Princesa Anne inaugurou um busto de Noor, no Gordon Square Gardens, em Londres, para que ela nunca seja esquecida. Bibliografia 1 – Vaillancourt, T., & Sharma, A. (2011). Intolerance of sexy peers: Intrasexual competition among women. Aggressive Behavior, 37, 569 –577 2 – Krems, J. A., Neel, R., Neuberg, S. L., Puts, D. A., & Kenrick, D. T. (2016). Women selectively guard their (desirable) mates from ovulating women. Journal of Personality and Social Psychology, 110, 551–573. 3 – Rosvall KA, 2011. Intrasexual competition in females: evidence for sexual selection? Behav Ecol 22:1131–1140. 4 – Martie G.Haselton, MinaMortezaie Elizabeth G.Pillsworth April Bleske-Rechek David A.Frederick (2007). Ovulatory shifts in human female ornamentation: Near ovulation, women dress to impress. Hormones and Behavior Volume 51, Issue 1, January 2007, Pages 40-45. 5 – Vaillancourt T. 2013 Do human females use indirect aggression as an intrasexual competition strategy.Phil. Trans. R. Soc. B 368, 20130080. (doi:10.1098/rstb.2013.0080) Fonte: contraditorium.com
  7. Desenterrar negócios legais sem adicionar mais assunto pode te gerar problemas com a moderação, Maressa, sendo inclusive motivo para travamento em outros fóruns. Lembrando que segundo o Alucard o Brek é um ditador. Você pode ter problemas com ele.
  8. Dragon's Crown Pro

    Sei que é OLD NEWs, mas eu não havia visto essa tirada contra os SJWs da Kotaku e, caso alguém não tenha visto, vale a pena ler: Quando lançaram o primeiro trailer de Dragon's Crown (lááááá atrás, em 2013) o jornalista da Kotaku, Jason Schreier, criticou o jogo por ter personagens femininas com grandes seios e bundas, dizendo que foram desenhadas por um garoto de 14 anos. Afinal, só garotos na flor dos hormônios para desenhar personagens femininas tão sexualizadas. A resposta de George Kamitami, diretor do jogo, foi curta e grossa, disse que se Jason não curte bruxas e guerreiras, ele tem todo o direito de adorar os anões. E publicou isso na página do facebook do jornalista: Sério, pode até parecer infantil, mas não é. Kamitani simplesmente mostrou que o character design de todos os personagens é caricato e exagerado, não apenas o das mulheres. E ainda insinuou que o gosto de Jason é outro (nada contra, mas uma bela trollada). Incrível como no Japão neguinho despreza esses guerreiros sociais tão temidos aqui no Ocidente e, todo ano, esses mesmos SJWs dão a bunda por jogos japoneses. Freud explica. Matéria: Kotaku Edit: Ah, nosso corajoso cuckotaku pediu desculpas, logo depois. Típico, hein? Edit: Se a imagem não aparecer, clique nela para ir para o link.
  9. [Filmes] Bumblebee

    Bumblebee nunca foi meu preferido, sempre gostei mais de Jetfire e Optimus do lado dos heróis e de Starscream, Soundwave e Shockwave entre os vilões. Só de ter o Starscrem que vale o filme já me interessou.
  10. Imagens Engraçadas e Incríveis! - Tópico Oficial

    Tem que saber inglês:
  11. Forum pelo celular

    Oh.... Maressa, eu nunca imaginaria isso!!!!!! Eu até imaginaria Xena e Gabrielle, mas Madison Square????? Quem diria!
  12. [História] África!

    A África é um continente muito esquecido. Pior, um continente com reinos poderosos e milenares, tão rico em história quanto a Europa pré industrial e cujas história são ignoradas. Se vc juntar esses tópicos as histórias da África apenas vão ficar (como sempre) esquecidas no meio de tantas outras.
  13. [Blogsphera] Notícias Rápidas

    Homofóbicos, índios mostram que homofobia não é coisa de cristão (apenas), como adoram declarar. Não, não estou defendendo a homofobia.
  14. Tópico Oficial - Aventuras na História!

    Douglas Bader, o piloto que chutava bundas, e nem tinha como. Cardoso 22/05/2018 O dia que começou ruim para Douglas Bader estava prestes a piorar, muito. Voando sem seu fiel ala, ele se desorientou nas manobras e não conseguiu derrubar nenhum dos 12 caças alemães que seu grupo de 4 Spitfires havia atacado. Mirando em outro grupo ele conseguiu um abate, mas quando decidiu voltar pra casa seu caça foi atingido violentamente, a ponto de se partir em dois. Sem a seção de cauda, o Spitfire girava descontrolado a 640Km/h, caindo como uma pedra. Brigando contras as forças g bader abriu a carlinga, mas não conseguiu sair. Sua perna estava presa nas ferragens. Vendo o chão se aproximar, ele tentou uma manobra desesperada: Abriu o paraquedas. Puxado pela força do ar, sua perna foi arrancada logo acima do joelho mas ao menos ele conseguiu pousar em segurança. A perna era a menor das preocupações, pois era uma perna mecânica. Na verdade, Douglas Bader tinha duas. Nascido em 1910, Douglas era jovem demais para lutar na Grande Guerra mas isso não impediu que visse seu pai morrer de ferimentos de combate, em 1917. Ele nunca mostrou propensão a uma carreira militar, ou a qualquer carreira. O padrasto (a mãe se casou assim que enviuvou) era um pastor que não dava bola pra Bader, a mãe também não ligava, ele acabou virando um adolescente revoltado, atirou no irmão com uma arma de chumbinho, e como punição foi mandado para uma escola preparatória, onde canalizou sua violência em esportes e… mais violência, participando de equipes de luta. Aos 13 anos ele foi introduzido por um tio (epa!) ao mundo da aviação militar, mas embora tenha gostado não cogitou a idéia de se tornar um piloto. As notas não eram grande coisa, mas depois de um esporro e um acompanhamento do diretor da escola, mudaram totalmente. Douglas Bader era extremamente inteligente, só não estava nem aí pra Hora do Brasil, literal e metaforicamente, mais metaforicamente. O tio insistiu, ele viu que era uma boa e de qualquer jeito gostava de aviões (que garoto de 13 anos não gosta?) e ele acabou fazendo Academia da RAF e Oxford. Como cadete da Força Aérea ele adorava corridas de carros, acrobacias e corridas com aviões, as três coisas proibidas pelo regulamento. Cadetes morriam como moscas por causa dessas gracinhas, e com Douglas (quase) não foi diferente. Em 14 de Dezembro de 1931 ele forçou demais uma manobra acrobática e se esfacelou no chão com o avião. Depois de 4 semanas no hospital, Douglas Bader havia perdido as duas pernas. Ele tinha 21 anos de idade e esse foi o fim de sua carreira de aviador. OK, foi o que disseram, mas o moleque rebelde jamais aceitaria uma opinião dessas, e usando a tecnologia da época, que não era exatamente a do Tony Stark, arrumou um par de pernas mecânicas e reaprendeu primeiro a andar, e quando se sentiu confortável procurou cursos de aviação civil para reaprender a voar usando as pernas mecânicas para acionar os pedais do leme. Douglas Bader, antes de seu acidente, fazendo manobras com aviões. Em 1932 ele fez um teste prático e foi aprovado. Um exame médico o liberou para voar novamente, mas alguns meses depois a Força Aérea mudou de idéia. Douglas ficou puto mas só sobrou continuar voando como civil, até que em 1937 o bicho começou a pegar na Europa e os ingleses já não estavam tão exigentes em termos de pessoal. Ele aporrinhou o Ministro do Ar até conseguir uma posição, mas descobriu que era um posto em terra. Interveio o Vice-Marechal do Ar Halahan, que havia sido comandante de Douglas Bader antes do acidente. Bader foi submetido -de novo- a todos os testes e exames, e foi aprovado com louvor e a contragosto. A idéia de um piloto sem pernas era ridícula para os envolvidos, e ninguém se preocupou em perguntar a Bader o que ele achava. O grande e praticamente aliado era o Vice-Marechal Halahan, que garantiu pessoalmente a capacidade de Bader. Em 27 de Novembro de 1939 Douglas Bader fazia seu primeiro vôo solo como Tenente da Força Aérea Real, e como Baden era Banden, depois das manobras básicas ele vez um vôo invertido com seu biplano Avro Tutor. Em Janeiro de 1940 ele já estava voando num Spitfire, e batendo de frente com os superiores. Bader tinha suas próprias idéias de táticas de combate, que eram opostas ao ensinado. Esperto, ele parou de reclamar, fez o que todo mundo esperava dele, e foi sendo promovido. Claro, na hora do vamos ver ele usava as táticas que achava melhor, o que levou a vários sustos. Muito agressivo, Bader gostava de mergulhar a toda em direção a seus alvos, e quase colidiu com um bombardeiro em uma de suas primeiras missões. Seu estilo era consequência de sua agressividade natural mas também de sua condição de amputado. Sem pernas não havia para onde o sangue ir durante manobras extremas. Em pilotos normais o sangue se acumulava nas pernas e eles perdiam a consciência. Bader não. Ele Começou a acumular vitórias na Batalha da França, em Dunquerque e na Batalha da Inglaterra, onde chegou a ser quase abatido, pousar, trocar de avião e voltar. Promovido a líder de esquadrão, coube a Bader resolver o problema de um grupo de canadenses, abalados com a perda de um monte de companheiros. Quando viram o sujeito mancando acharam que tinham sido sacaneados, mas rapidamente ele demonstrou no ar e em terra que estava ali a sério, e os pilotos passaram a adorar seu comandante, principalmente por seu desrespeito à burocracia. O que era preciso pra colocar o esquadrão nos trilhos, ele conseguia, sem papelada. Em 9 de Agosto de 1941, logo após ter derrubado um alemão Bader colidiu ou foi abatido pelo inimigo, saltando no último segundo ele perdeu uma perna presa no avião, e danificou a outra na queda. Isso explica ter sido capturado pelos nazistas, mas isso não era tão ruim se você fosse Douglas Bader. Sua captura foi comunicada ao General Adolf Galland, que imediatamente requisitou o prisioneiro para “interrogatório”. Na verdade Galland era fã de Bader, um às não-conformista reconhece outro. Adolf Galland era um dos últimos pilotos-cavalheiros, voando com honra e elegância. Defendia a arte dos combates aéreos como duelos, não como massacres, e protegia seus pilotos a ponto de brigar com Hermann Göring e Hitler, que não entendiam nada de combate aéreo (que era ruim sendo Göring chefe da Luftwaffe). Galland chegou a ser preso e quase foi acusado de traição durante a Revolta dos Pilotos, quando a elite da Luftwaffe exigiu uma série de mudanças para continuar combatendo. Após verificar que Bader estava confortável, Galland usou de sua influência para resolver outros problemas do inglês que estava começando a se tornar um amigo e assim o seria por toda a vida. Contatando o Comando Britânico através da Cruz Vermelha, Galland garantiu salvo-conduto e no dia 19 de Agosto um bombardeiro inglês lançou de paraquedas uma caixa contendo uma perna mecânica substituta para Bader. Em uma atitude bem pouco britânica o bombardeiro depois lançou bombas sobre a base, mas a maior encrenca nem foi essa. Dar pernas novas a Bader se mostrou fonte de muita dor de cabeça. Ainda no hospital da base, ele fez uma clássica corda com lençóis e fugiu, mas foi recapturado quando uma enfermeira traíra entregou aos alemães que ele havia escapado. Depois disso ele fugiu de todo campo de prisioneiros que era colocado. Em um deles sua fama o prejudicou. Um oficial da Luftwaffe soube que o famoso Douglas Bader estava no Campo 3. Foi até lá para conhecê-lo, mas quando chegou o alojamento estava vazio. Dado o alarme, Bader foi preso. De novo. Chegaram até a fazer cartazes de procura-se para usar durante suas fugas, sendo que Bader achou hilário quando 20 anos depois ele viu um dos cartazes que dizia que ele “andava bem com uma bengala”. “Absurdo” disse ele “eu nunca usei bengala”. Bader só sossegou o facho depois que ameaçaram tirar as pernas mecânicas para que ele parasse de tentar fugir, mas foi só por um tempo. Ele só sossegou mesmo quando foi mandado para o Castelo Colditz, um hotel de luxo transformado em prisão VIP onde ficavam altos oficiais aliados, ministros e políticos de alto escalão de países inimigos, celebridades, etc. Libertado pelos americanos em 1945, Bader voltou para a Inglaterra, onde soube que seu velho amigo Adolf Galland, junto com outros dois pilotos, Hans-Ulrich Rudel e Günther Rall seriam recebidos como prisioneiros de guerra. Bader fez questão de estar presente, e em uma espécie de equilíbrio cármico, usou de sua influência para conseguir uma perna mecânica para Günther Rall, que também era amputado. Bader era tosco e pé na porta. Uma vez em um programa na TV alemã homenageando Galland ele passou por um monte de ex-pilotos da Luftwaffe e comentou “Nossa, não sabia que tínhamos deixados tantos de vocês bastardos vivos”. Por outro lado ele era extremamente leal. Depois que os caças ficaram rápidos demais, complexos demais e ele não estava ficando mais novo, Bader deu baixa na Força Aérea e foi trabalhar como executivo da Shell. Ele recebeu várias ofertas mais lucrativas, mas quando sofreu seu acidente a empresa havia oferecido uma vaga a ele, gesto que Bader nunca esqueceu. Nesta edição do Essa É Sua Vida britânico, Douglas Bader foi homenageado entre outros por seu velho amigo Adolf Galland, e se há melhor mensagem de integração e humanidade do que isso, eu não sei, mas é bom demais ver uma platéia inglesa aplaudindo um general nazista. Após se aposentar em 1969, Douglas Bader se dedicou a promover inclusão de deficientes no mercado de trabalho, e é complicado dizer a um sujeito que derrubava nazistas em seu Spitfire sem precisar das pernas que não dá pra empregar um sujeito pra dirigir um bonde por faltar u`a mão. Por causa de seus esforços sociais Bader foi sagrado Cavalheiro do Império Britânico em 1976, mesmo ano em que parou de voar. Ele recebeu todas as honras e medalhas que poderia, foi visto como exemplo mesmo não sendo o modelo de bom-cidadão que a mídia gostava de vender. Bader era conservador, meio racista, nacionalista e briguento, mas pensando bem ele era um inglês de 76 anos, estranho seria se ele tivesse um tumblr e gênero próprio. Douglas Bader morreu em 1982, deixando um legado, uma história e amigos de longa data, incluindo Adolf Galland, que compareceu a seu funeral, um gesto digno de um antigo inimigo. Fonte: Contraditorium
  15. Filmes da Semana

    O jogo não tem muito a ver com Duna. Basicamente você controla os coletores de especiaria mais alguns batedores e soldados e tem que coletar especiaria enquanto os vermes de areia não chegam. Ocasionamente você luta contra os harkonnens (e uma terceira casa, não comentada nos livros chamada Ordos) mas creio que nao é o melhor jogo para vc curtir. Procure por Civilization V, peça pra seu filho baixar a tradução pro português e vc vai curtir mais. Basicamente você escolhe um povo (brasileiros, americanos, etíopes, arabes, persas, gregos, egípcios, franceses, ingleses, índios iroqueses e soshones, chineses e japoneses e pode controlar o desenvolvimento deles durante eras, como se fosse a deusa deles. Você escolhe se seu povo vai ser guerreiro, pacifista (acabei de jogar hoje como pacifista, venci o jogo quando todos os países do mundo viram que a paz, o amor e o Góris way of life eram melhores. Outras pessoas podem curtir ir pra dominar todo mundo, escravizar outros povos ou destruir eles ate todos os povos serem esquecidos pelas areias do tempo. Se seu micro rodar, vale a pena. O filme é realmente bom e curti a X-Force, mas fiquei com raiva, se eles tivessem mais tempo de tela iam acabar diminuindo o Deadpool, mas tinham que ter mais tempo de tela. Todo mundo que viu reclamou disso. Mas eles valem a pena cada segundo que aparecem. Ah, não saia antes das cenas pós-créditos. Me disseram que eram as melhores de quaisquer filmes da Marvel e eu não acreditei, mas elas são muito boas mesmo. Fica a dica, não vai com a expectativa no máximo, porque o filme é muito bom, mas se vc for esperando um filme fantástico, vai se decepcionar. Se esperar um bom filme vai gostar.
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