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Goris

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Sobre Goris

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    Brekgrounder Elite - Silver Warrior!
  • Data de Nascimento October 21

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    Somewhere over the rainbow

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  1. Deadpool 2

    Bom, esse ano, confirmado é Deadpool 2 e Guerra Infinita. Assisti Pantera Negra no cinema e valeu cada centavo. Esse mês fui ver Jogador Numero 1 e... Eu poderia ter assistido em casa, via torrent, daqui seis meses que não teria feito falta.
  2. Tópico Oficial - Aventuras na História!

    Bom, não são mulheres de grelo duro, mas as verdadeiras feminazi originais. Bom, sinal que mulheres podem ser capazes das mesmas (ou maiores) crueldades que os homens, precisando apenas de poder para as executar. Vamos falar sobre Feminazis… Cardoso 02/03/2017 A Segunda Guerra Mundial foi um evento fundamental para a liberação das mulheres. Os soldados voltaram para casa e descobriram que suas Mulheres de Atenas agora eram operárias, engenheiras, administradoras. Aviadores voavam em aviões construídos por mulheres, as bombas atômicas usaram Urânio e Plutônio purificados em instalações operadas por mulheres, que segundo os cientistas responsáveis eram mais eficientes do que os técnicos cheios de diplomas e PhDs. Na Rússia milhares de mulheres snipers espalhavam o terror entre os nazistas, fora incontáveis outras pilotando caças e tanques. Só que na Alemanha não era assim. A Raça Superior só via a superioridade de suas mulheres na área reprodutiva. Não que eu discorde, por um segundo sequer que a Claudia Schiffer é uma matriz de altíssima qualidade. As mulheres foram ativamente direcionadas para cumprir funções de esposas e mães. Só por extrema necessidades foram aceitas nas forças armadas, e mesmo assim em pequeno número. Eram secretárias e telefonistas. Nas fábricas prisioneiros de guerra eram preferíveis, assim as futuras mamães do Reich não sujavam as mãos. Houve um campo em especial onde as mulheres se destacaram, e não era um campo bonito, era o campo de concentração. Quando a SS começou a ficar com falta de homens resolveu colocar mulheres trabalhando como guardas e ajudantes. A maior parte eram voluntárias. Que alguém se voluntarie a um trabalho que era desconfortável mesmo para nazistas, provocando deserções e suicídios, vai além da minha capacidade de compreensão. Uma delas mulheres era Ilse Koch. Seu apelido mais carinhoso era A Bruxa de Buchenwald. Ela começou em outro campo, onde o então noivo era comandante. Quando Karl Otto Koch foi transferido para comandar Buchenwald, ela foi junto como guarda e secretária, e lá mostrou as garras. Ela fazia obras no Campo com dinheiro confiscado dos prisioneiros, incluindo claro dentes de ouro. Um de seus passatempos era inspecionar prisioneiros atrás de tatuagens interessantes. Estes eram enviados para o médico do campo, que as removia e transformava em abajures de pele humana. Viu? O trenzinho do seu marido não é o pior hobby que ele poderia inventar. Ilse e suas atrocidades inspiraram a protagonista do deliciosamente ruim filme de nazixploitation, Ilsa, She-Wolf of the SS, de 1975, onde Dyanne Thorne faz a promíscua e sanguinária oficial nazista que abusa de prisioneiros das formas mais cruéis que o cinema dos Anos 70 podia mostrar: Com muitos peitinhos e sangue falso. Ao contrário de Dyanne Thorne, cujo último filme é de 2013, a carreira de Ilsa não foi longa. Seu marido foi preso pela Gestapo em 1943, pois há poucas coisas que os nazistas não toleram e improbidade administrativa é uma delas. Karl Koch estava envolvido em um esquema de corrupção, fraude e assassinato de prisioneiros para que não testemunhassem sobre suas falcatruas. Ele foi enforcado em 1944, dias antes do campo onde estava prisioneiro ser libertado pelos Aliados. Ilse ficou em cana até 1944, libertada por falta de provas e presa pelos aliados em 1945. No meio do julgamento para fugir da sentença ela deu um jeito de arrumar uma gravidez, o que não foi um feito fácil, afinal ela só mantinha contato com outras prisioneiras e com os guardas da prisão, todos ingleses e em sua maioria judeus. Provando que a necessidade realmente cria estranhos companheiros de cama, alguém acabou fornecendo a Ilse o DNA e a desculpa que ela precisava. Mas não foi sorte, Ilse tinha fama de pistoleira, passava o rodo nos oficiais nazistas e dizem, até em prisioneiros. Só livrava a cara do marido, que por sua vez era compreensivo. Otto Kock era gay, o casamento era puro disfarce, e convenhamos, dado o apreço dos nazistas pelos rapazes alegres, melhor um corno vivo que um gay morto. Seja lá como for o esquema deu certo e Ilse saiu com a incrível pena de 4 anos de prisão. Um segundo julgamento foi marcado com novas acusações e dessa vez ela pegou prisão perpétua. Ela sobreviveu até 1967, quando se matou aos 60 anos, depois de desenvolver ilusões paranóicas de que seus antigos prisioneiros iriam atacá-la em sua cela. Ilse apesar de tudo era uma santa perto de uma tal de Irma Grese. Irma era conhecida como A Hiena de Auschwitz, muito provavelmente não por causa de seu senso de humor. Filha de um fazendeiro, ela abandonou a escola aos 14 anos, passando a se dedicar a uma organização nazista para jovens moças. Se ofereceu como voluntária e acabou trabalhando de auxiliar de enfermagem em um hospício da SS, mas era tacanha demais para conseguir passar nas provas para Enfermeira. Em 1942 ela se ofereceu e foi aceita como Aufseherin, guarda, no campo de concentração feminino de Ravensbrück, mais tarde sendo transferida para Auschwitz. Irma andava com botas pesadas, uma pistola e um chicote. Costumava atirar em prisioneiras por puro tédio. Testemunhas a viram chicotear outras mulheres até a morte, e atacá-las com cachorros famintos. Irma sabia do terror que causava e adorava entrar nos alojamentos e ver as expressões de pânico. Ela mantinha casos com os outros guardas e oficiais, alguns dizem que com o próprio Josef Mengele, e chegou a forçar um prisioneiro médico a fazer um aborto, quando engravidou sem-querer. Especialmente cruel é a forma com que escolhia quais prisioneiras iriam para a câmara de gás. Além das fracas e doentes, como era habitual, Irma Grese exterminava todas as mulheres que mesmo naquelas condições sub-humanas ainda mantivessem um traço de beleza, algo que indicasse que elas fora dali seriam mais bonitas do que Irma. O que, diga-se de passagem, não era difícil. Em abril de 1945 Irma foi capturada em Auschwitz. Seu julgamento aconteceu entre Setembro e Novembro de 1945, ao final Irma Grese foi condenada a morte por Crimes contra a Humanidade. às 9h34min do dia 13 de Dezembro de 1945 o carrasco puxou a alavanca, abriu o alçapão e a medula de uma das mais terríveis nazistas foi separada de sua cabeça, matando-a com a rapidez e misericórdia que suas vítimas nunca tiveram. Irma Grese, a Hiena de Auschwitz, responsável direta e indiretamente por incontáveis mortes morreu aos 22 anos. VINTE E DOIS ANOS e a criatura é capaz de mais maldade, mais crueldade do que 99,999% de todos os humanos que já viveram. (...) Fonte: Contraditorium PS: Retirei algumas partes do texto por motivos ideológicos, quem quiser ver na íntegra, visite a página. A parte retirada não muda o contexto ou os fatos apresentados.
  3. Tópico Oficial - Aventuras na História!

    Tópico oficial para artigos e matérias de História, que muitas vezes não precisam de um post só. Norton I, Imperador dos Estados Unidos Cardoso - Contraditorium 150 anos atrás era coroado o primeiro e único Imperador dos Estados Unidos da America, talvez o maior de todos os malucos-beleza. A história é comumente tomada como ficção, por ter sido popularizada em Sandman, de Neil Gaiman, mas é incrivelmente verdadeira. Joshua Abraham Norton era um inglês morador dos EUA que foi muito rico, até perder tudo em um investimento mal-planejado, importando arroz do Peru. A batalha judicial com os credores o desestabilizou mentalmente, a ponto de sumir do mapa, levando anos para voltar a São Francisco. No dia 17 de Setembro de 1859 ele enviou uma proclamação a vários jornais, onde se declarava Norton I, Imperador dos Estados Unidos. Achando que era brincadeira, alguns publicaram. Outros decretos se seguiram, onde ele dissolvia o Congresso, dava ordens ao exército, etc. Claro, ninguém prestava atenção. Era apenas um sujeito arruinado, quase um sem-teto, vivendo em um quarto de pensão cuja diária custava 50 centavos. Só que Norton era uma figura extremamente simpática. Ao invés de expulsá-lo os comerciantes o recebiam bem. Com o tempo o Imperador virou figura folclórica. Ele coletava impostos (geralmente 50 centavos) e era convidado a comer nos melhores restaurantes. Depois disso placas de bronze eram colocadas na porta, dizendo “Indicado por Sua Majestade Norton I, Imperador dos EUA”. Isso aumentava a freguesia, e logo Norton tinha mais convites do que tempo. Peças e Concertos sempre reservavam um camarote para ele. Fora os “impostos” a única fonte de renda de Norton eram seus bônus imperiais e papel-moeda. Não só o dinheiro que ele emitia era considerado item de colecionador, como vários estabelecimentos comerciais aceitavam as notas. Norton inspecionava os bondes, escolas e vias públicas, mantinha correspondência com outros monarcas e dizem até ter se encontrado com Dom Pedro II. Seus decretos iam dos mais loucos a ordens como criar uma Liga das Nações e construir uma ponte na Baía de São Francisco – considerado na época uma idéia doida. Ele usava um fardão imperial, doado por um general do Presídio de São Francisco, quando ficou rasgado demais, ele ganhou outro, da municipalidade. No censo de 1870 ele aparece listado como “Imperador”. Em 1967 Norton foi preso por um policial babaca de nome Armand Barbier, que o tentou levar para um manicômio, para internação involuntária. Uma série de editoriais nos jornais atacou a atitude do filho da puta. Norton foi solto, e Patrick Crowley, Chefe de Policia fez um pedido de desculpas formal para o Imperador, em nome de toda a Força Policial: “Ele não derramou nenhum sangue, não roubou ninguém, não pilhou país nenhum. Isso é mais do que pode ser dito de outros Imperadores” Depois disso todos os policiais de São Francisco passaram a saudar o Imperador, quando passavam por ele nas ruas. Em 8 de Janeiro de 1880 aos 61 anos Norton estava a caminho da Academia de Ciências da Califórnia, onde faria uma palestra, quando teve um ataque e morreu, na rua. Os jornais estamparam manchetes com o falecimento. O San Francisco Chronicle publicou “Le Roi Est Mort”, junto com um lindo e respeitoso obituário. Todos sabiam que ele era um louco que se achava Imperador, mas um maluco inofensivo e querido, que nunca mostrou ganância, crueldade ou má-intenção. Norton era o pequeno agente provocador, a pequena dose de aleatoriedade que torna a vida menos monótona. E também não era nenhum golpista, como alguns chatos alegavam. Suas posses se resumiam a uma coleção de chapéus, cinco ou seis Dólares em moedas, US$2,50, uma bengala, uma espada e alguns papéis. Ele ia ser enterrado como indigente, mas a Câmara de Comércio da cidade intercedeu e pagou por um funeral digno. Norton I Imperador dos Estados Unidos foi enterrado com honras de chefe de estado. Seu cortejo foi formado por 30 mil pessoas e teve mais de 3Km de extensão. Sua lápide traz “Norton I Imperador dos Estados Unidos e Protetor do México” Joshua Norton mostrou que você não precisa nem sequer ser são para fazer do mundo um lugar melhor. Fonte: Contraditorium, SFGate e Wiki de Verdade Caras, descobri há pouco tempo o Contraditorium, mas adoro o estilo despojado de escrever do Cardoso. Se curtirem o texto, dêem uma visita (e view) ao Contraditórium e comentem algo lá, para o autor ver que textos de curiosidades históricas são legais e geram views.
  4. E então, o que anda acontecendo?

    Uma Bee inglesa mais importante que Elton John Cardoso 11/09/2009 Nota: A única piada deste texto está no titulo. Alan Turing era um Gênio. Um dos pais da Ciência da Computação, e um homem que salvou milhões de vidas. Durante a Segunda Guerra Mundial foi um dos coordenadores dos esforços de criptografia da Inglaterra, criando um computador e algoritmos que deram acesso a toda a rede de mensagens cifradas alemães, até então protegidas pela inexpugnável máquina ENIGMA. Vários autores afirmam que o trabalho do Dr Turing encurtou a guerra em pelo menos três anos. Era comum comandantes aliados terem em mãos mensagens antes que elas chegassem aos destinatários alemães. TODO estudante de computação conhece o conceito da Máquina de Turing, um “computador ideal”, criado em 1938 e capaz de emular todo e qualquer outro dispositivo computacional. É tão fundamental quanto o entendimento do DNA. As contribuições do Dr Turing foram imensas, mas a recompensa da sociedade inglesa não foi a esperada: Em 1952 ele foi exposto como homossexual, condição que na Inglaterra Bárbara era considerada doença mental. E crime. Turing foi condenado por Atentado Violento ao Pudor, e teve que escolher entre prisão e castração química. Ele foi forçado a tomar hormônios femininos durante um ano, com objetivo de reduzir sua libido. Que isso iria literalmente acabar com seu organismo, não era problema da Coroa Inglesa. Com a exposição pública Turing perdeu o emprego, as credenciais, o acesso top-secret e passou a ser visto como um risco de segurança, pois era comum a idéia de que os soviéticos usavam espiões gays para seduzir e/ou chantagear figuras públicas. De herói de guerra o Dr Alan Turing se tornou um pária, privado de sua carreira, sua vida, sua sexualidade. Dois anos depois ele fez o que quase toda pessoa racional faria; tirou a própria vida. Com o tempo a sociedade inglesa foi evoluindo, hoje já há um bom reconhecimento do trabalho desse homem, mas o assunto foi encerrado graças a uma petição iniciada em Agosto de 2009 e atendida ontem por Gordon Brown, Primeiro-Ministro Inglês. Em uma declaração pública o Primeiro-Ministro reconheceu os erros da Inglaterra dos anos 50, lembrando também dos outros 100.000 homossexuais que passaram pelo mesmo horrível tratamento, fora os milhões que viveram com medo de ser descobertos. Um trecho: PS: Eu disse que a única piada estava no título. Eu menti. Vejam que MAGNÍFCA imagem de protesto. Seria muito bom se os homofóbicos a levassem a sério. “Destruam o computador! Uma invenção homossexual de Alan Turing. Quem se importa que ele quebrou o código da Enigma Alemã e ganhou a Segunda Guerra. É uma máquina homo do demônio!”
  5. Excessos do movimento feminista

    Enquanto isso... Warner lança filme de Scooby Doo sem o cachorro idiota e os garotos enxeridos Postado Por Carlos Cardoso em 09 04 2018 em Quadrinhos, Televisão Velma e Daphne, duas adolescentes de 30 anos, a Warner mantendo a fidelidade ao original e agradando todo o público. Um antigo anúncio de uma agência de publicidade contava a história de um produtor de Hollywood que após analisar um script teria dito “a história é excelente, o filme está aprovado mas tirem o macaco”, e o filme seria King Kong. A lição é que você tem que tomar cuidado com suas idéias geniais, pois pode estar tirando o macaco sem perceber. No nosso caso a decisão foi deliberada e o macaco foi removido. Por macaco entenda-se o cachorro, o mauricinho e o maconheiro. Scooby Doo foi lançado em 1968, e desde então se tornou um ícone da cultura pop, referenciado em todo lugar. Algumas vezes temos o ciclo completo, como em Buffy onde o grupo principal de personagens se referenciava como “Scooby Gang”, apenas para alguns anos depois Sarah Michelle-Gellar fazer o papel de Daphne no cinema. Mês passado até Supernatural teve sua chance de homenagear Scooby Doo, em um episódio animado cretino todo vida, nota dez: Hunter — Supernatural 13×16 Dean and Sam get teleported into Scooby Doo, meet The Scooby Gang Scooby Doo nunca sai de moda, e já teve aventuras com Batman, Kiss, Falcão Azul e um monte de outros personagens. Agora algum jênio do marketing decidiu que era hora de diversificar, dar o espaço que “elas” merecem e lançaram um spin-off. Às vezes isso dá muito certo. Xena foi um spin-off de Hércules, 10 vezes mais bem-sucedido do que o original. Outras vezes, não dá tão certo, Sim, Joey, estou olhando pra você. No caso resolveram que o ideal do spin-off seria abandonar personagens menores, como o cachorro que dá nome à série e fazer uma versão com as duas personagens que basicamente não interagiam: Pois é. Alguém achou que há um monte de gente doida pra assistir um filme contando como Daphne e Velma se conheceram no colégio. O resultado é um filme Direto-pra-Cesta-de-saldão-de-DVD que será lançado dia 22 de maio. Nos papéis principais temos Sarah Jeffery (who?) e Sarah Gilman (quem?) e sim, Sarah é o “Valentina” dos Millennials americanos pelo visto. A direção é de Suzi Yoonessi, responsável por obras injustamente esquecidas pelo Emmy, como “Kylie Jenner Teaches You How to Use Snapchat”. E se você acha que estou exagerando o desastre de trem que é esse filme, bem… veja o trailer. [MEDIA=youtube]A40-vFz3tc0[/MEDIA] Warner Bros. Home Entertainment — Daphne & Velma Trailer Por sorte ninguém mais assiste Sessão da Tarde, o destino final dessa abominação, e sejamos honestos: só venderam esse peixe por causa do discurso lacrador de empoderamento feminino, com a ilusão de que basta construir, e elas virão. Como sempre, não vai dar certo O mais triste é que bastaria um pouco de conhecimento (que não existe pois quem chilica não consome) e achariam uma forma muito melhor de mostrar uma versão de Scooby Doo com mulheres empoderadas. É Scooby Apocalypse, série em quadrinhos criada por Jim Lee em 2016 e publicada até hoje. Eu pagaria pra ver isso. O que demonstra que não chilico. Fonte: http://meiobit.com/382823/daphne-and-velma-warner-lanca-filme-de-scooby-doo-sem-o-cachorro-idiota-e-os-garotos-enxeridos/ =-=-=-=-=-=-=-=-=-=-= Bom, quem nunca quis saber como Velma e Daphne se conheceram antes de fazerem parte da turma? Será que vai dar o retorno que a Warner espera?
  6. Excessos do movimento feminista

    Maressa Kristorm de Gusman, segue a história original, de dois anos atrás, que todo mundo menos você acompanhou: A jovem foi presa em flagrante na casa do ex-namorado onde praticou o crime O 58° homicídio do ano foi marcado por frieza em Vilhena, tendo uma jovem assassinado o ex-namorado a facadas na manhã desta quarta-feira, 30, por volta das 11h00 na rua Altamir Geremias (712) de número 2210 no bairro Bodanese, em Vilhena. A vítima foi identificado como Marcos Catanio mais conhecido como “Tim” a suspeita do crime é a ex-namorada. Marcos levou várias facadas no corpo, que ocasionou sua morte. A acusada confessa Vanya Basilio Rocha, 18 anos, foi encontrada em casa pela Polícia Militar minutos após o crime, e em depoimento confessou que matou Marcos Catanio de 26 anos. Vanya ainda teria dito para a polícia que o primeiro golpe foi dado no pescoço. A jovem relatou a imprensa que não se arrepende de ter executado o ex-namorado e que inclusive, o motivo da separação há um mês teria sido o fato de ela ter tentado executá-lo com uma motosserra e que só não tevê êxito porque na ocasião a vítima teria se trancado no banheiro. “Não me arrependo, faria de novo, eu havia jurado a ele e aos amigos que 0 mataria, e hoje cumpri com a promessa. Eu planejei tudo, acordei disposta a matar ele ou um dos meus ex-namorados ou o amigo de Tim,” revelou a acusada, sorrindo para as câmeras. A acusada demonstrou-se fria e calculista a cada momento e ao ver sua mãe chorando, disse para que ela se acalmasse, pois “isso passa”. Vanya disse ainda que quando sair da cadeia, irá matar os ex-namorados e que na manhã de hoje havia conversado com a vítima e disse que tinha interesse em mata-lo. “Ele me recebeu na casa dele, eu estava com a faca dentro de minha bolsa, fomos para o quarto, onde falei que tinha uma surpresa e que para isso eu precisava tampar os olhos dele, foi quando coloquei uma camiseta sobre os olhos, fui até a sala e peguei a faca e com ela, meti a facada no pescoço, (risos) ele gritava feito bebê pedindo socorro, dei o restante das facadas e ele morreu segurando minhas mãos,” finalizou a acusada. Após a vítima ter entrado em óbito, o irmão de Marcos viu a ação criminosa e tentou impedir, desferindo um soco contra a janela, ferindo a mão no intuito de entrar. Quando conseguiram entrar na casa, a acusada se trancou no banheiro onde aguardou a chegada da polícia e inclusive, antes de ser conduzida, tomou banho para se limpar do sangue. O caso foi lavrado na Delegacia de Polícia Civil de Vilhena. No whatsapp, outras conversas dela com um ex-namorado davam conta da intenção de matar alguém.
  7. Excessos do movimento feminista

    Não houve motivação para o crime, tem um monte de reportagem mais antiga dela em que ela conta "Ah, eu queria matar alguém, qualquer um", tentou até matar outros e esse mesmo cara ela tentou matar e ele terminou com ela...
  8. Excessos do movimento feminista

    STJ nega recurso e mantém condenação de jovem que matou ex no ato sexual em RO Vania deve cumprir 8 anos e 4 meses de prisão. Defesa alegou que pena-base foi fixada acima do mínimo legal. Por Eliete Marques, G1 Vilhena e Cone Sul 19/04/2018 11h13 Atualizado há 7 horas Vania deve cumprir 8 anos e 4 meses de prisão (Foto: Kátia Pêggo/Correio de Notícias) Superior Tribunal de Justiça (STJ) publicou nesta semana que a sentença de Vania Basílio Rocha transitou em julgado, o que significa que ela não pode mais recorrer da decisão. No mês passado, o STJ negou o recurso da Defensoria Pública de Rondônia (DPE-RO), que defende a jovem, e manteve a condenação de segunda instância. Vania foi condenada por matar o ex-namorado a facadas no ato sexual, em Vilhena (RO) e deve cumprir 8 anos e 4 meses de prisão. Em primeira instância, Vania foi condenada a 13 anos de prisão. Porém, a DPE entrou com recurso e o Tribunal de Justiça de Rondônia (TJ-RO) diminuiu a pena para 8 anos e 4 meses. Na época, o defensor público George Barreto Filho comentou a mudança na decisão. “O tribunal reexaminou o caso, e como já era esperado, reduziu para 8 anos e 4 meses, que é uma pena mais adequada. Apesar, que no meu entendimento particular, ser uma pena que merecia, ainda, uma redução abaixo de 8 anos”, enfatizou o defensor. Depois disso, a DPE ingressou com recurso especial no STJ, alegando que a pena-base fixada foi acima do mínimo legal. Nesse julgamento, o Ministério Público Federal opinou pelo não provimento. O STJ não acatou a apelação e a decisão do TJ-RO foi mantida. A DPE informou que não entrou com recurso no Supremo Tribunal Federal (STF), pois todas as possibilidades de apelação foram esgotadas no STJ. Vania foi condenada a 13 anos de prisão em primeira instância (Foto: José Manoel/ Rede Amazônica) Cumprimento da pena De acordo com o extrato simplificado da execução penal, Vania está presa há 2 anos, 4 meses e 2 dias. Contudo, a presa participa de atividades de remissão de pena, como aulas do ensino médio e artesanato. Dessa forma, considerando a diminuição de pena, ela já cumpriu 2 anos, 11 meses e 14 dias de prisão. A jovem deve ficar no regime fechado até setembro, quando está prevista a mudança para o regime semiaberto. Conforme a direção do presídio feminino, Vania tem bom comportamento e continua em tratamento médico em virtude da doença mental. Vania deve cumprir pena no regime fechado até setembro, quando deve mudar para o regime semiaberto (Foto: Arquivo Pessoal) Entenda o caso Horas depois de ser presa, em dezembro de 2015, Vania deu uma entrevista ao G1 e confessou o crime. Ela contou que no dia 30 de dezembro ligou para Marcos alegando que queria se despedir, pois iria embora para outro estado. Ela então colocou uma faca de cozinha dentro da bolsa e foi para a casa da vítima, que havia aceitado receber a visita. O casal foi para o quarto e, durante as preliminares sexuais, esfaqueou o ex-namorado. "Eu tapei o olho dele. Aí peguei a faca e meti nele. Ele reagiu e veio para cima de mim e eu fui para cima dele também. Eu enforquei ele e aí comecei a meter [facadas] em outras partes do corpo dele. Daí, ele gritou socorro e a porta estava trancada. O irmão dele quebrou a janela. Quando o irmão dele entrou, ele já estava quase morrendo. Fiquei olhando olho no olho até ele morrer", narrou Vania. Polêmica no Facebook Uma das publicações de Vania mais comentadas no Facebook é o texto de um blog que tinha como título: "eu não fui uma má namorada, você que me tornou". Após ser presa e confessar que matou o ex-namorado, usuários criticaram a postagem. "Imagina se fosse boa", escreveu um jovem. "Louca, psicopata, parece que estava possuída pelo demônio", acrescentou outro usuário. A postagem foi feita dois dias antes do crime. Marcos levou 11 facadas segundo laudo do IML (Foto: Arquivo Pessoal) Laudo da vítima O laudo do Instituto Médico Legal (IML) apontou que Marcos levou 11 facadas. Havia perfurações no pescoço, abdômen, braços, mão e pernas. Segundo um croqui divulgado pela Polícia Civil, a perfuração de faca no pescoço foi a que causou a morte do rapaz. Doença mental Em maio de 2016, Vania foi diagnosticada com sociopatia, com base nos resultados de laudos médicos. Mesmo com o resultado, o TJ-RO diz que ela não poderia ser isenta de responder por seus atos judicialmente, pois "apresentou plena capacidade de entender o caráter criminoso do fato". Com isso, ela foi considerada semi-imputável, e levada a júri popular.
  9. A Era Azul - Uma nova era na BG?

    Vida longa à BG! Torço pra uma renovação fenícia pra gente!
  10. Excessos do movimento feminista

    Maressa! Nunca mais diga que homens não sofrem o mesmo que mulheres! Casos se multiplicam em algumas regiões do país; por causa do sistema de castas, muitas famílias tomam decisão extrema para cuidar de 'linhagem' de descendentes. [/SIZE] O drama dos homens sequestrados e forçados a se casar na Índia (Foto: Reprodução/BBC) “Eles me sequestraram, me golpearam e me obrigaram a me casar”. A revelação é de Roshan Kunar, que em 2017, quando tinha 17 anos, foi sequestrado em Bihar, estado no norte da Índia, e forçado a casar com uma jovem. “Eram dez homens apontando uma arma para mim, me ameaçando. Que outra opção eu tinha?", diz. Casos como o dele são comuns nessa região. Um relatório da polícia diz que "em muitos desses casos, os jovens e seus pais são obrigados a aceitar o casamento porque há uma arma apontada para suas cabeças". Mas o que explica essa prática? Segundo especialistas, a resposta está no sistema de castas que impera em muitas regiões da Índia. Segundo a acadêmica Bharati Kumar, preocupadas em manter uma boa "linhagem", algumas famílias não veem outra saída a não ser a de forçar um jovem a se casar com sua filha. "As famílias pensam 'somos de uma boa família e queremos um rapaz de boa família também'". Famílias de mulheres jovens que não conseguem pagar o dote para que se casem também recorrem a parentes e conhecidos para casá-las à força com jovens considerados de boas famílias, disse ao jornal "Indian Times" o ativista Mahender Yadav, observando que esse “é um problema social antigo”. No caso de Kunarm, apesar de ter sido forçado a se casar, ele se recusou a morar com a esposa e denunciou a família dela à polícia. “Minha vida será destruída se eu aceitar esse casamento. Quero estudar e ser bem-sucedido na vida”, diz ele. “A família dela pode me matar se quiser. Mas não conseguirá me forçar a aceitá-la.” Parveen Kummar, sequestrado e forçado a casar em 2012, diz que restam poucas opções aos noivos sequestrados. Primeiro, ele rejeitou a união, mas três anos depois aceitou viver com sua esposa. Agora eles têm dois filhos. "Se eu não tivesse aceitado, depois nenhuma família teria permitido que eu casasse com sua filha." Sua esposa, Marahani, optou pela resignação."Meus amigos me aconselham a esquecer o que aconteceu e viver feliz, que essas coisas acontecem na vida de qualquer pessoa." Fonte: https://g1.globo.com/mundo/noticia/o-drama-dos-homens-sequestrados-e-forcados-a-se-casar-na-india.ghtml?utm_source=facebook&utm_medium=social&utm_campaign=g1
  11. [História] África!

    Uma matéria de O Globo sobre Yuzuke, o famoso Samurai Negro, misturada com o texto de Um Toque de História: Yazuke, o samurai negro O Japão não é um lugar que seria normalmente associado a presença de escravos oriundos da África. No entanto, no final do século 16, Oda Nobunaga, o mais poderoso senhor da guerra do Japão, tinha um escravo africano que não era apenas uma curiosidade cultural, mas também seu guarda-costas e que alcançou bastante prestígio entre os japoneses daquele tempo. Em meados do século XVI, a costa do Japão começou a ser frequentada por navios espanhóis e portugueses, que na época já navegaram pelo Oceano Pacífico. Além das sedas e especiarias, esses comerciantes levavam como parte da tripulação missionários católicos, principalmente jesuítas, ansiosos para reunir almas frescas ao Senhor por aquelas terras pagãs. Havia poucos nobres japoneses que via com curiosidade, até mesmo com bons olhos, esta nova religião e os estrangeiros barbudos. Um desses entusiastas era Oda Nobunaga, o primeiro dos três grandes unificadores do império insular, que em 1580 tinha conseguido colocar metade do país sob o seu controle e mantinha a outra metade em uma rédea curta. Sem exagero ele podia ser considerado o rei do Japão. Exército de Nonunaga Homem de inteligência inquieta e visão avançada, Nobunaga recebeu de forma digna os jesuítas e, embora se converter ao cristianismo não estava nos seus planos, gostava de receber os religiosos em audiência para saber como era o mundo quinhentista além dos limites do arquipélago japonês. Mas as crônicas contam que um dia a paz que Nobunaga tanto se esforçou trazer para a capital japonesa foi subitamente interrompido pela chegada de um pitoresco convidado. Em 23 de março de 1581 desembarcou o italiano Alessando Valignano, padre visitador (inspetor) dos jesuítas. Este trazia em sua comitiva um mauro vassalo, tão negro como os etíopes da Guiné. Alguém cujo nome verdadeiro é até hoje desconhecido, mas a quem os japoneses logo batizaram como Yasuke (弥 助). De acordo com a Histoire ecclésiastique Et Des Isles Du Japon royaumes, escrita pelo jesuíta François Solier em 1627, Yasuke era nativo de Moçambique, mas outros relatos afirmam que ele veio do Congo. Visitantes portugueses no Japão As origens desta jovem impressionante ainda estão não totalmente conhecidas. Historiadores japoneses contemporâneos acreditavam que ele tinha sido vendido a Valignano em algum lugar no Congo, no entanto, estudos recentes mostram que ele pode ter sido um membro da etnia Makua de Moçambique, e que seu nome original era Yasufe. Moçambicano ou Congolês não se sabe, bem como se Yasufe , ou Yasuke, foi a primeira pessoa negra a pisar no Japão, uma vez que não era raro encontrar escravos africanos em galeões e caravelas da época. Mas, ao que parece, ele deve ter sido o primeiro negro visto na capital japonesa, Quioto, a então capital do Japão Imperial, sendo substituída por Tóquio em 1868. O que se sabe, graças a testemunhos dos jesuítas e a documentos japoneses da época, é que Yasuke, ou Iusufe, chegou ao Japão em 1579, ao serviço do missionário napolitano Alessandro Valignano, nomeado Visitante das missões jesuíticas nas Índias, o que, na época, incluía também a costa oriental de África. O Visitante, uma espécie de inspetor, respondia diretamente ao superior geral da Companhia de Jesus. A presença de Yasuke, um homem negro, com 1,88 metro, um gigante para a época, em particular para os padrões japoneses, atraía imensa gente, por onde quer que a comitiva de Valignano passasse, causando tumultos. Oda Nobunaga, rico e poderoso senhor feudal, ouviu falar dele e quis vê-lo. Não acreditando que um homem pudesse ter cor tão escura, ordenou que lhe dessem banho. Naturalmente, Yasuke saiu do banho ainda mais negro e reluzente do que quando entrara. Nobunaga ficou também muito impressionado com a força de Yasuke, com a sua inteligência e refinamento, convidando-o a viver no seu castelo, em Azuchi. Sabendo-se que Valignano sempre defendeu o estudo do japonês e a adaptação dos missionários e dos funcionários ao seu serviço aos usos e costumes locais, supõe-se que Yasuke falaria japonês com fluência. Yasuke ascendeu rapidamente na corte de Nobunaga, tornando-se o primeiro samurai estrangeiro da história do Japão. Combateu ao lado das forças do seu senhor, até estas serem derrotadas pelo exército do general rebelde Akechi Mitsuhide, em 1582. Nobunaga cometeu seppuku, o cruel suicídio por esventramento dos samurais, e Yasuke juntou-se ao filho de Nobunaga, Odu Nobutada. Distinguiu-se em combate, mas foi finalmente capturado. Akechi Mitsuhide, numa decisão que tanto pode ter tido motivações políticas quanto humanitárias, poupou-lhe a vida e entregou-o aos jesuítas. A história de Yasuke talvez nos pareça hoje ainda mais extraordinária do que aos olhos de quem a testemunhou. Naquela época, no Japão, os africanos eram vistos com curiosidade; contudo, não há sinais de que houvesse preconceito racial. Yasuke foi admirado enquanto um ser exótico, é verdade, mas o reconhecimento que se seguiu resultou das qualidades humanas e de grande guerreiro que logo demonstrou. Originais: OGlobo Toque de História Obs: Mesclei as duas fontes num único texto, se tiver ficado ruim de ler, dêem um toque. Isso se alguém lê, parece que história da África não é muito popular na BG.
  12. RE2 dentro de Dying Light

    Não é RE2, mas ficou bem legal.
  13. Excessos do movimento feminista

    Maressa, eu sou contra o estupro. Não darei mais notícias sobre mulheres estuprando pobres pais de família.
  14. Excessos do movimento feminista

    A loucura continua. Estupros "corretivos" são plenamente justificáveis e usados como propaganda ideológica quando são contra machos... Percebem a maldade no coração dessas feministas? Estupro é uma das coisas mais horríveis do mundo que ninguém normal deveria apoiar. Mas basta ser contra machos que são falados como se fosse uma grande vitória! WikipediaSério, eu achei que o texto era mentira! Putz, que reino animal maluco.
  15. Excessos do movimento feminista

    Verdade, estamos falando de bonecas, não de robôs que podem sentir ou não querer aquilo. A Maressa tem razão, quem se importa muito com a vida sexual dos outros, é porque tem problemas na vida própria.
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