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  1. Para com isso! Mas que coisa!
  2. Muito, muito obrigada! Fico feliz pela consideração! Estou sumida, comecei 3 cursos ao mesmo tempo..... Veremos como poderei conciliar. Um curso é a distancia, semi-presencial sobre programção Outro é presencial, graduçaco de biblioteconomia, que agora talvez consiga frequentar..... Curso de alongamento e relaxamento, duas vezes na semana.
  3. Suponho que está vivendo uma fase hedonista - onde o prazer é o objetivo da vida. Sugiro que busque o equilíbrio. O equilíbrio não é uma condição estática. Como as circunstâncias mudam, exige-se muita energia para manter a dinâmica do equilíbrio.
  4. Não conhecia esse documentário! Muito interessante. Não vejo a hora de assistir.
  5. É comum se sentir uma porcaria, mas é o fato de se reconhecer uma pessoa com muitas falhas. Quem não tem muitas falhas? Na medida em que se identifica cada uma dessas falhas, o que fazer então? Tentar corrigir. Nem sempre é fácil.
  6. Há, há, há, .... Estou rindo porque passo pelo mesmo. Quando há necessidade de mudança, surgem muitas dúvidas: "Isso irá me ajudar?". De todo modo, há uma necessidade a ser sanada. Há muitos modos de resolver. Prestar esse concurso é uma dessas possibilidades.
  7. Mas era um outra condição. Agora, vc trabalha, está pagando sua casa própria. Todo problema que aparece, vc tem que resolver sozinho. É outra condição. Uma coisa é prestar um vestibular - nível ensino médio. Outra coisa, é prestar um concurso federal. É para bem pouca gente. Tenha consciência disso. Por isso, está bem difícil. Não é um retrocesso. Seja mais amigável com vc.
  8. A ideia do Góris de tentar um cursinho é boa. Vc está estudando mais do que eu, Mega. Também estou inscrita no concurso. Estou enferrujada. Durante minha formação, era comum estudar 30, 40 horas para um prova. 30 horas para um concurso nível superior, é pouco. Eu acho que já estudei isso. Penso que vc também. Não pode esquecer que a dificuldade de ter foco é comum a todos os inscritos. Não dá para ser focado todos os dias. A mente humana não funciona assim. Estude o que der, é o que tem para o momento. Não é fácil. Terá momentos assim. Tem que ser perseverante. Nada é para sempre. Vamos passar por momentos alegres e outros nem tanto. Com relação a estudar, é engraçado para mim. O assunto do concurso, SUS e Saúde Indígena, é muito interessante, mesmo assim não consigo manter muito tempo de estudo. Quanto mais conheço o assunto, mais fascinada fico. A legislação de ambos é linda. A idade dessas legislações são da nossa faixa etária. Partiram de pessoas, que há mais de trinta anos atrás, estavam preocupados com a dignidade humana. Claro, as legislações do SUS e dos Povos Indígenas (mais de 200 no país) são ainda ideais perante a nossa realidade. Mas, como veganos, somos idealistas e buscamos praticá-las. Passando ou não neste concurso, é um conhecimento importante que estou assimilando e adotando.
  9. Em entrevista ao ‘Nexo’, sociólogo Sergio Adorno explica as consequências da disseminação da violência na sociedade brasileira e de que maneira ela reforça as desigualdades sociais Por Paula Miraglia e Ricardo Monteiro, para NEXO SOCIÓLOGO FALOU SOBRE AS VÁRIAS DIMENSÕES DA VIOLÊNCIA NO BRASIL Mais de 50 mil pessoas são assassinadas no Brasil todos os anos há mais de uma década. E cenas de horror como as ocorridas nos presídios do Amazonas e de Roraima não são uma novidade no país. Já haviam sido registradas na penitenciária de Pedrinhas, no Maranhão, e relembram o massacre do Carandiru, em São Paulo. A violência e a falta de uma política eficaz de segurança pública estão entre os problemas mais graves enfrentados pelo Brasil hoje. O Professor Titular do Departamento de Sociologia da USP e diretor do NEV (Núcleo de estudos da Violência), Sergio Adorno, fala nesta entrevista ao Nexo a respeito dessas fragilidades e mostra como elas explicitam questões estruturais da sociedade brasileira, incluindo as desigualdade social e a violência praticada pelo próprio Estado. Nas palavras de Adorno, “o Estado não pode fomentar a violência, o Estado tem que conter a violência”. As raízes da violência no Brasil Continua: http://www.geledes.org.br/como-violencia-se-tornou-uma-marca-da-sociedade-brasileira/#gs.OnAssDo
  10. Decisão de acordo aos direitos animais e a um desenvolvimento sustentável. Foi uma decisão importante do Governo Indiano. Fico Feliz! Que muitos outros povos imitem!
  11. 'Fui estuprada pelo último homem que eu poderia imaginar': Giselle Itié revela estupro aos 17 anos e pede que mulheres não se calem "Quando tinha 17 anos, fui estuprada pelo último homem que eu poderia imaginar. Quando tinha 17 anos, o castelo caiu e fiquei soterrada." A frase acima foi escrita pela atriz Giselle Itié. Em um relato corajoso divulgado recentemente pelo site da revista Glamour, a atriz revela que foi estuprada aos 17 anos e que, assim como muitas outras mulheres, passou um longo período de tempo tentando apagar as marcas invisíveis da violência e do machismo. "Era uma vez uma menina nascida em uma família amorosa, unida e machista: eu. Quando pequena, meus ídolos eram a Mafalda, a menina inconformada que levantou a bandeira da justiça, da paz e da igualdade, e o Hulk, o monstro humanoide que na sua essência queria paz e harmonia, ainda que de uma forma agressiva. Quanto mais bravo, mais forte ele ficava. Mas o tempo foi passando e, de Mafalda e Hulk, passei a gostar das princesas encantadas de Walt Disney, lindas com seus vestidos à espera do príncipe para o 'felizes para sempre'. Na minha época, não existia Frozen. Pena." No texto ela traz lembranças de sua infância e sobre como buscava inspiração em personagens questionadores e fortes como Mafalda e Hulk na adolescência. Mas, ao mesmo tempo, revela que cresceu em um universo em que o machismo tomava conta. "A educação machista foi me moldando: 'Menina de família não dança desse jeito!'; 'Feche as pernas, endireite as costas! Isso não é jeito de menina sentar'. Seguia essa educação, mas a questionava. Pedia para fazer teatro, mas ser atriz não era para uma mocinha de família como eu. Cheguei a morar no México com meus tios para estudar teatro sem que meus pais soubessem. Eu era uma princesa rebelde, mas minhas primas mexicanas me ensinavam a ser uma menina para casar: beijar o namorado só depois de sete meses juntos (oi?!). Imaginava como seria minha primeira vez: de branco, no colo do marido, o quarto cheio de flores e à luz de velas..." Ela conta que, aos 17 anos deixou de lado o sonho de ser atriz e escolheu estudar jornalismo. Neste período, ela namorava um homem 15 anos mais velho. "Meu príncipe era um cara extrovertido, romântico, galã de comerciais. [...] Até que um dia me chamou para viajar com a família dele. Disse que não aguentava mais ter um relacionamento com 'uma criança de 17 anos' e me pressionou 'amavelmente' para viajar com ele. Meus pais, infelizmente, me deixaram ir. Antes de viajar, minha mãe me orientou: 'Não coloque nenhuma gota de álcool na boca!'." Segundo o relato da atriz, o estupro ocorreu após uma noite em que ela, o namorado e os amigos foram conhecer uma boate local. Giselle escreve que lembrou da fala de sua mãe citada acima e que escolheu pedir um suco de laranja a uma bebida. No dia seguinte, ela acordou nua, com marcas e dores no corpo e sem se lembrar do que tinha acontecido. "Quando tinha 17 anos, fui estuprada pelo último homem que eu poderia imaginar. Quando tinha 17 anos, o castelo caiu e fiquei soterrada. X me desejou boa-noite e me chamou de Cinderela. [...] Sem saber o que fazer, me tranquei no banheiro. Senti nojo de mim, vergonha, medo. O que aconteceu? Notei meu corpo machucado, roxo, mordido. Não conseguia pensar nem chorar. Só queria o abraço da minha mãe." Giselle finaliza o texto dizendo que hoje, aos 34 anos, tem consciência de que ser mulher é estar vulnerável a estas violências e pede que as mulheres se unam: "Hoje, tenho consciência de todas as situações violentas pelas quais passei simplesmente por ser mulher. [...] Foi duro escrever este texto, mas isso me fortaleceu ainda mais. Meninas, precisamos nos unir! Nosso futuro agradece." Você pode ler a carta completa clicando aqui. Na luta por direitos Infelizmente, o caso relatado pela atriz não é único e só engrossa uma estatística assustadora. A cada 11 minutos uma mulher é violentada no Brasil, segundo o Fórum Brasileiro de Segurança Pública divulgado em 2015. Em maio de 2016, uma menina de 16 anos foi estuprada coletivamente em uma comunidade do Rio de Janeiro. Em setembro, uma mulher de 34 anos foi estuprada por 10 homens também no Rio. Em novembro, na Argentina, o feminicídio de Lucía Pérez, de 16 anos, chocou o país. Episódios como estes fizeram com que Itié se engajasse na luta pelos direitos das mulheres. "Em 2 meses, já estava no Comitê de Combate à Violência Contra a Mulher do GMdB (Grupo Mulheres do Brasil), cocriei o coletivo Hermanas, escrevi e dirigi vídeos para chamar as mulheres para o ato do dia 25 de novembro, Dia Internacional da Não Violência Contra a Mulher, no ano passado", relata à Glamour. No dia 25 de novembro, o Dia Internacional pelo Combate da Não-Violência Contra a Mulher, a atriz compartilhou em sua conta no Instagram um depoimento emocionado. O vídeo integra a campanha "Nem Uma a Menos", que foi inspirada no movimento argentino #NiUnaMenos http://www.brasilpost.com.br/2017/01/11/estupro-violencia-gisele-_n_14108582.html?utm_hp_ref=mulheres
  12. Extremistas da Ucrânia teriam recrutado brasileiros para lutar contra rebeldes pró-Rússia Fonte: Jornal do Brasil Matéria publicada nesta terça-feira (10) pelo Financial Times (jornal britânico) fala sobre uma nova descoberta que o Brasil está revelando aos poucos, no que diz respeito à sua ideologia política e igualdades sociais. Segundo a reportagem, quando o delegado da Polícia Civil Paulo César Jardim ordenou uma série de buscas em casas de supostos neonazistas em dezembro do ano passado, em Porto Alegre (RS), não imaginava o que descobriria. O Times revela que o latente movimento neonazista do Brasil, com seu submundo de violência, suásticas e propaganda de ódio, estava tendo seus membros recrutados por extremistas de direita na Ucrânia para lutar contra rebeldes pró-Rússia na guerra civil ucraniana, iniciada após a Rússia anexar a Crimeia em 2014. O diário de finanças acrescenta que de acordo com César Jardim, a chamada Divisão Misantrópica, um movimento de extrema direita ucraniano, alinhado ao grupo paramilitar de direita Azov Battalion, que foi incorporado à Guarda Nacional ucraniana, estava por trás do recrutamento. Após descobrir o plano, a polícia, agora, investiga se algum brasileiro chegou a se juntar ao conflito ucraniano. A revelação de que movimentos ultranacionalistas brasileiros estão buscando experiência de combate no exterior é um fenômeno preocupante que chocou o país, que se considera um caldeirão de mistura racial Reportagem lembra episódio em que Jair Bolsonaro citou Ulstra, torturador da ditadura militar, ao votar a favor do impeachment da presidente Dilma Rousseff A ascensão de grupos neonazistas desafia o mito popular de que o racismo não existe no Brasil, analisa o Financial Times. Embora a extrema direita ainda seja marginal no Congresso, políticos ultranacionalistas e seus entusiastas vêm preenchendo o vácuo deixado após o impeachment de Dilma Rousseff. Enquanto a extrema-direita ainda é vista como a sombra da política em um país que se libertou da ditadura militar em meados dos anos 80, políticos ultra-conservadores e seus partidários estão dispostos a preencher um vácuo que se desenvolveu bastante na votação de impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff, da Câmara dos Deputados, quando Jair Bolsonaro, congressista de extrema-direita e ex-capitão do exército brasileiro, citou um torturador histórico ao votar a favor de sua saída da presidência. Ainda no ano passado, um grupo de ultraconservadores invadiu o Congresso e rasgou bandeiras, clamando pelo retorno do governo militar. Bolsonaro negou ser neonazista, mas os críticos o acusam de compartilhar muitos pontos de vista do movimento, como o racismo e a intolerância. Os movimentos neonazistas concentram-se, principalmente, no sul e sudeste do país, do Rio de Janeiro e São Paulo até o Rio Grande do Sul. Essas regiões foram as que, no passado, receberam o fluxo de imigrantes vindos da Alemanha, da Polônia e da Itália, aponta texto do noticiário britânico. De acordo com analistas, a maioria dos movimentos começou em sites que propagam o discurso de ódio na internet. Segundo um artigo da antropologista Adriana Dias, da Unicamp, dos 200 milhões de habitantes do país, 150 mil são simpatizantes ou envolvidos em movimentos neonazistas. “A violência expressada por esses grupos, seja em ataques físicos contra negros, judeus ou homossexuais, ou a disseminação de sua literatura de ódio exigiu muito trabalho nos últimos anos”, escreveu Dias. A tese de Dias se comprova na descoberta de redes de recrutamento, como a descoberta por Jardim, em ataques de nazistas contra gays na Avenida Paulista e no crescente preconceito contra nordestinos. O policial diz que a inflexibilidade de ideias é o principal problema para lidar com esses movimentos. “Esses não são criminosos comuns, eles têm uma ideologia. São pessoas que acreditam em limpeza étnica, em pureza racial”, diz o delegado. http://www.geledes.org.br/financial-times-grupos-neonazistas-desafiam-o-mito-de-democracia-racial-no-brasil/#gs.8MvFsH8
  13. Nesta versao, fatiei a manga como se fosse uma batatinha frita. Aparecem umas partes escuras na manga, pois nao descasquei perfeitamente. Eu pico os vegetais na copa do meu trabalho. Compro os vegetais que usarei, guardo-os na geladeira.
  14. SUGESTÃO DE REFEIÇÃO CRUDÍVORA Esse é um tipo de refeição que preparo no meu almoço. Cenoura descascada e pepino japonês fatiados. Uma porção de repolho picado. Duas bananas nanicas. Gosto de uma fruta suculenta, como laranja, pois é um alimento que hidrata ao mesmo tempo, assim como melancia. A alimentação crudívora, em geral, é assim (alimenta e hidrata), mas há vegetais mais suculentos que outros
  15. Aqui em São Carlos está generalizado. Exceto nos bairros classe A, onde a abordagem do tráfico é diferente. Há uma favela, onde vive o atual chefão do tráfico em São Carlos. Fica no bairro do Gonzaga. Não é onde resido. Porém, meu bairro é afastado, localiza-se em frente a uma reserva florestal. É considerada ainda periferia, entretanto, é um bairro que se desenvolve muito rápido, devido aos estímulos governamentais da esfera federal, estadual e municipal. Já possui sua própria avenida comercial, por exemplo.