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Sensui

Filmes da Semana

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Só pra se manter no Batman, o do Nolan e o do Burton tem abordagens completamente diferentes, e são ótimos.
O que faz Forever ser um lixo são tantas outras coisas além da disparidade com a HQ.

É muito improvável (e minha intenção não é discutir isso), mas esse filme do Holmes poderia vir com todo esse foco "novo" do personagem e ainda assim ser do caralho.
Pra quem vê algo legal e faz bico só porque ficou diferente do original, existe um nome: fã chorão. "Deturparam meu Holmes, e todo mundo gostou, mi mi mi mi mi".

E se somarmos seus dois argumentos, o resultado é isso: quem não conhece as obras originais vai adorar Dragon Ball e Street Fighter como filmes.
Um absurdo, é claro.

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Não vi e não gostei de Sherlock Holmes.

Simplesmente deturparam totalmente a premissa do personagem, que é sério, estudioso e inteligente e não um gigolô que entre uma transa e outra resolve casos escabrosos...

A imebcilização de clássicos continua!

Que falta de senso de humor, cara! Gostei do Jude Law como um Watson impaciente e sarcástico. Quero assistir para me divertir. Foda-se o Conan Doyle. Li todos os livros e não ganhei R$1 com isso, apenas gastei R$ 199,90. Tenho certeza que ele morreu rico e seus netos também vivem bem. Quero saber da criatividade no cinema, quando não pela total originalidade, ao menos pela boa adaptação.

Aliás, se você quer um filme clássico e fiel de Holmes, aqui está. A grande vantagem da nossa geração é ter infinitas opções, então vc não há de chorar pela produção do filme fiel à literatura ser antiga, já que, dentro da sua linha de raciocínio, um filme "sério" não precisa de maquiagem/perfumaria.

Onde está escrito que filme bom = filme sério? Pulp Fiction é sério? Snatch é sério? Conduzindo Miss Daisy é sério? Já falei, Góris. Vc precisa de sexo e pipoca! Vá ao cinema rir também! Que dificuldade em compartilhar piadas com gente burra. O gentio verá Sherlock e continuará sem ler livros e não há nada que você possa fazer. Já você terá aproveitado o melhor dos dois mundos, literatura heavy e cinema soft.

Eu com 14 anos de idade era assim, queria ser o sabichão que só ri de piadas complexas. Deixei de sê-lo! Não significa que passei a ver Zorra Total, mas administro meu tempo para no mesmo dia ler David Benioff ou Juan José Millás e depois assistir "Two and a Half Men" e "The Big Bang Theory" na tv a cabo.
Qual é o problema? O Charlie Sheen é hilário, cachaçeiro e irônico! E o Robert Downey Jr. está assim como Sherlock. Já pelo que vi no trailer, o Watson está menos puxa-saco e submisso de Holmes, com pitadas do mal humor de um Dr. House.

Já o ator que faz Dr. House é o Hugh Laurie, que escreveu um bom livro que li há pouco tempo. Ou seja, os mundos e artes são cognatos, se comunicam da mesma forma que o riso e o choro.

"Brincar é condição fundamental para ser sério." - Arquimedes

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Afff...

Bom, eu não tenho nada contra filmes não-sérios...



enquanto houver executive meddling em hollywood não vai haver esperança.
nossa o heroi possui um rosto desfigurado e é mentalmente instavel? para manter censura 12 anos não vai dar não' date=' vamos ter que deixar ele emo, com apenas um corte na bochecha e arrumar um parzinho romantico e fazer jogos de videogame ruins.

Executivos cortam a criatividade e diluem a essencia do personagem, afinal eles querem que o filme seja censura 12 ao inves de 18 o que limitaria as vendas de ingresso e de jogos, cereais,brinquedos,cuecas,etc[/quote']
Apenas, como fã, prefiro que não desvirtuem um personagem do qual gosto apenas para fazer um filme... Imagine que eu queira fazer um filme da vida do FGBras...

Mas aí, tá na moda relações homossexuais... Eu decido então, por contra própria, colocar um relacionamento homossexual na vida dele, só pra ficar na moda... Aliás, como EMOs estão na moda, vou colocar que na juventude FGBras era emo e namorava outro amigo EMO...

Pensando nas mulheres, eu trocaria todos os amigos da juventude de FGBras por mulheres gostosas... Sim, pra ficar melhor, vou fazer um filme harem, com um monte de mulher querendo dar pro FGBras e ele não querendo, apaixonado pelo EMO...

Uau, vai ser um filme estupendo quando eu colocar fatos marcantes apenas para ficar legal, como o dia que a casa dele caiu num deslizamento de terra em Angra e só ele sobreviveu... E para pagar os estudos, teve de se prostituir como travesti...

A história poderá ser emocionante, legal e divertida, mas NÃO será a história do FGBras...

Entendeu agora? Não é por que o filme vai ser divertido ou não, mas com o fato de cagarem em tudo sobre o personagem e na verdade, só construirem outro personagem com outra história e darem a ele o nome de FGBras!

Nada tenho contra um filme bem humorado, portanto. Apenas contra outra adaptação que não adapta nada, apenas usa os nomes do personagem... Em tempo, morri de rir com O Xangô de Baker Street, uma sátira em cima de Sherlock Holmes, mas veja que foi uma adaptação que respeitou o personagem... Ele continuou sendo Sherlock Holmes, mesmo que tenha tudo caganeira depois de comer feijoada ou que se tenha encantado por uma mulata... Agora, neste filme é exatamente o oposto, colocando outra pessoa no lugar de Sherlock Holmes, na ambientação de Sherlock Holmes, na roupa de Sherlock Holmes e no nome de Sherlock Holmes...

Entendeu o motivo de não gostar tanto dessa adaptação?

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Apenas, como fã, prefiro que não desvirtuem um personagem do qual gosto apenas para fazer um filme... Imagine que eu queira fazer um filme da vida do FGBras...

Mas aí, tá na moda relações homossexuais... Eu decido então, por contra própria, colocar um relacionamento homossexual na vida dele, só pra ficar na moda... Aliás, como EMOs estão na moda, vou colocar que na juventude FGBras era emo e namorava outro amigo EMO...

...

Entendeu o motivo de não gostar tanto dessa adaptação?

Seu argumento é completamente vazio, pois não sou uma personagem. Sherlock, enquanto objeto fictício, não pode ser caluniado, já você está comprando a briga do seu "tipo ideal" de Sherlock, que pode nem ser o mesmo do autor Conan Doyle.

Está com medo de que? Deste novo Sherlock ganhar fãs e virar livros que você não comprará? Ora, também fizeram isso com James Bond e não fico chorando. Os originais estão lá para serem lidos. Você parece uma velha purista, cristã e aluna da escola dominical, criticando um seminarista que interpreta a Bíblia de forma diferente.

Aqui tem 4 detetives pra você se divertir.

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Por falar em detetives, vocês não sabem o quanto eu gostaria de ter conhecido o Poirot antes do Adrian Monk!

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Fui ontem ao cinema ver Shelock Holmes e adorei, ri bastante, inclusive na fila. Explico: havia ao meu lado para comprar ingressos um garoto de seus 12/13 anos. Ele dizia com voz abobalhada para uma amiga: "quero ver Sherloooock, o detetive".

Chegou outra amiga e perguntou: - O que é Sherlock?
O garoto: - Sherlock Homes, do jogo Detetive (fazendo um tabuleiro com as mãos).

Quase me caguei de rir imaginando o Goris ali, mas é exatamente o que postei aqui. O grosso das pessoas verá o filme e continuará ignorante quanto aos livros, mas me diverti bastante tendo o Sherlock original na cabeça e vendo sua versão reclusa, meio genial e louca, urbana, boxer, piadista, irônica e ácida.

O cãozinho Gladstone é uma piada à parte, com Sherlock experimentando anestésicos e toxinas nele. As cenas de lutas e explosão são bem produzidas e não gratuitas. Sherlock foge quando deve, dialoga quando possível e só briga por diversão ou necessidade.A diversão de Sherlock é onde o diretor Guy Ritchie se autoplagia, lembrando o cigano de Brad Pitt em "Snatch", com luta livre em bancas de aposta amadoras. Porém, ele insere novos ângulos de câmera e o metodismo de Holmes nas lutas, que planeja séries de 5 a 6 golpes que invalidem totalmente o adversário.Enfim, o cara continua escravo do gênero que criou (crime no submundo londrino), mas por enquanto a fórmula funciona e fazer um épico foi ótima decisão.Ritchie assimila tomadas clássicas de roteiros oitocentistas, como câmeras anguladas, perseguições em escadas, vilões de capa negra, etc. Mas também inova, começando pelas primeiras cenas, filmando de dentro de uma charrete como nunca vi noutro filme: atrás do cocheiro, em alta velocidade.A trilha sonora é carismática e acompanha o ritmo de pensamento de Holmes, com fortes órgãos quando está elucubrando soluções pro caso e mais percussão nas situações de perigo.

Robert Downey dá um banho com suas expressões faciais. Teatralidade que, aliás, admiro desde "Chaplin", filme cujo DVD tenho e revejo. Jude Law é um ótimo e jovem Watson, menos assessor e mais amigo de Holmes, constantemente querendo casar e deixar de trabalhar com este.















Quanto à nota, darei um pouco abaixo que dei pra Avatar:
7,0.

No que se propõe a fazer, o filme não poderia ser melhor, mas ao que parece terá continuação. "Caso reaberto".

Edit: análise de Ricardo Calil, em 08/01.

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The Last House on the Left

Olha, você já viu essa sinopse mais de mil vezes: bandidos fazem família de refém e o pau quebra.

E é só isso. Tem uma abordagem inicial diferente e algumas cenas que o grande público pode julgar perturbadoras, mas que pra mim, apesar de bem filmadas (ponto para o rostinho novo Sara Paxton), não salvam o filme.

Não comete nenhum erro gritante mas não faz esforço pra ser menos que mediano.

Parece que é um remake e eu não conheço o original pra julgar.

Nota: 6,0


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Aproveitando o feriado, pessoal:


Paris, je t'aime

parisjetaime.jpg

Vários curtas ambientados em Paris dirigidos só por caras muito bons.
Assisti no PC pra em seguida conferir New York no cinema.

Pra quem não quiser se arriscar com o download e o tempo gasto, talvez valha procurar por um ou outro curta no youtube.

Nota: 9,0

New York, I love You

new-york-i-love-you-poster.jpg

Mesmo que Paris, só que agora tudo na Big Apple. Achei os curtas com um pouquinho menos de alma que os de Paris. Mas ainda assim, muito, muito bons.
Tem um elenco de estrelas maior, pra quem se importar. E dá pra conferir um curtinha escrito e dirigido pela Natalie Portman.

Nota: 8,5

2046

2046_movie.jpg

Já ouviram falar de Kar Wai Wong? Se gostam de dramas existencialistas, vejam.
É 10 sem pensar. Achei perfeito.

Nota: 10

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reply recomendado:

alguns amigos choraram vendo Na Natureza Selvagem
achei muito legal, mas não me emocionou porque tudo ficou amarrado aos motivos do rapaz, à revolta dele com o mundo todo, que pra mim não passaria da falta de habilidade de um menino mimado em resolver problemas SE (e somente SE) ele não estivesse todo o tempo arriscando o próprio couro saindo assim, se isso não tivesse acontecido.

eu gostaria que o filme fosse mais sobre como ele se virou e o que viu/sentiu sozinho (podia rolar uma meia hora de national geographic, de baraka, mas aí não seria mais um filme... ???) do que sobre os pais, as cartas da irmã, etc, etc, etc.

tem um outro filme sobre o cara dos ursos, um pesquisador que acabou atacado por um deles. alguém sabe quem qual como quando?

(guy richie ficou legalzinho com o holmes e wong kar wai é rei, né?)

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Ja faz um tempo que vi Into the Wild, mas ainda me recordo bastante para comentar sobre a película até porque me identifiquei muito com a história do indivíduo, pois sempre tive uma vontade louca de chutar o balde e saí pelo meio do mundo atrás de belas paisagens...

Mas acho que o que mais vale no filme em si é seu desfecho que passa uma mensagem muito interessante:

É como se ele deixasse a mensagem que nós não nascemos para ser sozinhos por melhor que seja o ambiente em que vivemos, por melhor que seja nossas condições.O ser humano não nasceu pra ser sozinho.Uma pena ele ter descoberto isso tão tarde...

Que nada das maravilhas que ele viu e viveu valeram a pena se não tivesse alguém para com quem desfruta-las.







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Sempre ao seu Lado

Conta a história de Hashi, um akita encontrado por um professor de música cuja esposa não queria ter outro cachorro após a morte do antigo cão que causou muita tristeza a ela (hua hua hua Maressa, esse é pra vc) e com o tempo, conquista o coração da familia. Após um evento trágico, acompanhamos a vida do cão e seu dono.

O filme é baseado na história real de Hashiko, um cão da raça Akita que... Droga, nao posso falar pra não gerar spoilers. Mas basta saber que o cão foi tão famoso que construíram uma estátua em sua homenagem.

A história só lembra Marley e Eu no sentido que retrata uma amizade homem-cachorro, mas é bem diferente e igualmente comovente.

A Princesa e o Sapo

Bem, depois das lágrimas da história de Hashi, achei melhor algo mais leve e fui assistir a A Princesa e o Sapo, um desenho legalzinho da Disney. Não ouvi críticas particularmente ruins nem particularmente boas desse desenho da Disney, mas acho que está numa boa média com outros desenhos do estúdio. Por eu ser negro e este ser o primeiro longa metragem do estúdio a ter uma negra como protagonista, gostei um bocado mais do que gostaria se fosse uma ruiva ou loira a protagonista.

Na Nova Orleans dos anos 20, jovem pobre luta para realizar o seu sonho e o de seu pai construindo um belo restaurante. Para conseguir realizar seu objetivo Tiana trabalha duro em dois empregos e não tem tempo para amigos ou o amor. Até que um dia, um sapo aparece para Tiana, precisando de um beijo para se tornar um príncipe encantado e nossa aventura começa.

Bem, a Maressa nem deve chegar perto desse desenho, já que lida com vudu e magia, mas para todos os outros, recomendo esse desenho para uma tarde bem divertida com a qualidade Disney.

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...

tem um outro filme sobre o cara dos ursos, um pesquisador que acabou atacado por um deles. alguém sabe quem qual como quando?

(guy richie ficou legalzinho com o holmes e wong kar wai é rei, né?)

O homem urso?

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Ok, guys, ontem à noite fui ao cinema ver "O Livro de Eli" e não me decepcionei.
É um bom filme, com atmosfera cinza, deprimente, um quase monólogo sobre guerra e religião.
O livro dele é o último exemplar de um bestseller pré-Guerra. O roteiro não menciona datas, mas dá a entender que se passa em torno de 2040. Nesta 2040 a radiação baixou e começam a surgir cidadelas numa Terra erma, cheia de ruínas e com longas estradas, lembrando Mad Max.

Gary Oldman faz um bom vilão, mas Denzel é quem brilha, apesar de eu não gostar da espécie de proteção divina que ele tem. O filme é bom quando aponta questões políticas, ruim quando desliza para credulidades, mas tem detalhes legais, sobretudo a respeito de como um mesmo livro pode ser bem ou mal usado.

Na história, o livro é culpado de ter causado a guerra, mas Eli crê nele e quer levá-lo à costa oeste americana, guiado por uma voz*. Tem ação, reflexão, moralidade, canibalismo, etc.

Enfim, vale o ingresso e uma nota 6,5. A trilha sonora é profunda e adequada ao sci-fi. O filme é melhor pra quem, como eu, tem uma visão Hobbesiana do ser humano e seu Estado natural.

*

A voz é deus, o livro é a Bíblia e a viagem ao oeste é uma metáfora dos israelitas indo à terra prometida do Egito.

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Achei bem interessante o filme Idas e Vindas do Amor,não é diferente de muitos romances,mas tem lá o seu encanto de valer pagar 3,50 num cinema pra assistir.
Fala da história do romance de vários casais,até de adolescentes e como eles encaram o dia dos namorados.
O personagem principal é um florista...e vive um dia bem agitado!

Imagine que meu filho  e um colega entraram de penetra e assistiram escondidos entre as cortinas sem pagar... :blush:


Idas e Vindas do Amor

Título Original: Valentine's Day

Casais e solteiros se relacionam sob a pressão e expectativas a respeito do Dia dos Namorados. ...

Diretor: Garry Marshall

Produtor: Mike Karz, Samuel J. Brown, Wayne Allan Rice, Josie Rosen

Elenco: Anne Hathaway, Emma Roberts Patrick Dempsey, Taylor Lautner, Topher Grace, Jennifer Garner, Joe Jonas, Ashton Kutcher, Jessica Biel, Jessica Alba, Queen Latifah, Bradley Cooper, Jamie Foxx, Eric Dane, Julia Roberts, Shirley MacLaine

Gênero: Comédia, Romance
Bjks Amovcs! :flower:

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Ok, guys, ontem à noite fui ao cinema ver "O Livro de Eli" e não me decepcionei.
É um bom filme, com atmosfera cinza, deprimente, um quase monólogo sobre guerra e religião.
O livro dele é o último exemplar de um bestseller pré-Guerra. O roteiro não menciona datas, mas dá a entender que se passa em torno de 2040. Nesta 2040 a radiação baixou e começam a surgir cidadelas numa Terra erma, cheia de ruínas e com longas estradas, lembrando Mad Max.

Gary Oldman faz um bom vilão, mas Denzel é quem brilha, apesar de eu não gostar da espécie de proteção divina que ele tem. O filme é bom quando aponta questões políticas, ruim quando desliza para credulidades, mas tem detalhes legais, sobretudo a respeito de como um mesmo livro pode ser bem ou mal usado.

Na história, o livro é culpado de ter causado a guerra, mas Eli crê nele e quer levá-lo à costa oeste americana, guiado por uma voz*. Tem ação, reflexão, moralidade, canibalismo, etc.

Enfim, vale o ingresso e uma nota 6,5. A trilha sonora é profunda e adequada ao sci-fi. O filme é melhor pra quem, como eu, tem uma visão Hobbesiana do ser humano e seu Estado natural.

*

A voz é deus, o livro é a Bíblia e a viagem ao oeste é uma metáfora dos israelitas indo à terra prometida do Egito.



Cara, vai tomar no cu. Tu elogia o filme pacas e dá 6,5?

Concordo com tudo que você disse e minha nota é 8,5.

Filmão.

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