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Resenha do Livro : A Máquina

Maressa Kristorm

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Resolvi colocar algumas resenhas  que eu tenha achado interessante...

Eu amei esse livro e acredito que o povo das bandas do nordeste especialmente a Família Gomes vai adorar ler.

Vou colocar algumas parte que achei legais , vou colocando e depois de um tempo venho aqui e posto as outras.

Bjim no coração de vocês. 

Mar

                                                                          A Máquina                                                                   Ilustrações Fernando Vilela

Ed. Salandra          Autora : Adriana Falcão

Introdução com analogia sobre o tempo e o tempo de Antonio em Nordestina.

Começa com a criação do mundo do breu...

Descreve  a criação do Céu, terra e inferno em prosa.  

Deus criou a vida e da morte  ,mas ainda não tinha criado o tempo.

Adão e Eva sozinhos no mundo ,sem nada para fazer ,o tempo seria criado

Dia e noite para acabar com a rotina (presente, passado e futuro

Serventia para o nariz respirar e os olhos para olhar para o céu

Verbo e muitas  outras coisas

Nordestina,longe guiso - Antonio em o moço do café.

Ele era apenas conhecido como Antonio de dona Nazaré(filho mais velho)

Pedidos a Deus por mês, abril, agosto e dezembro.

(saúde, dinheiro e felicidade)

Adeus em Nordestina não faltava todos saiam a cidade foi ficando abandonada.,,pois não tinha NADA

Se apaixona pela moça de olho apertado – Karina tudo o encantava  como resto todo , o perfume...

 A cidade de Nordestina precisava de sonhos  ,suas ruas foram ficando com cheiro de coisas guardada sem dono.

Antonio ficou amigo do tempo, dialogava com ele.

Antonio quando via Karina só pensava besteira solteira e casada

Toda moça devia ser bonita e toda moça bonita queria ser artista de TV.

Antonio queria encontrar palavras para dizer EU TE AMO, mas não era com essas palavras que havia de dizer coisa importante.

Com tanta palavra nenhuma servia para dizer o que ele sentia por Karina, começou a inventar palavras



6 Comments


Recommended Comments

Em 26/09/2019 at 22:13, WellsTheMan disse:

Se parar pra ler atenciosamente cada linha mostra uma idéia e o sentido diferente duma frase.
Bem interessante. Gostei!

Eu tb pensei assim, só que achei que era por frases...rs 

Fico feliz que um brek tenha lido e mais ainda por ter gostado!

Amanhã posto mais uma parte...

Boa semana aew!

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Em 30/09/2019 at 09:30, Lobo Brek disse:

Não é o meu estilo favorito, mas não deixa de ser interessante. No aguardo da resenha.

Você já viu Lisbela e o Prisioneiro?

Se ainda não viu tente ver...

O livro tem um estilo idêntico .

Obs...Tô tentando achar onde salvei as páginas. ...rs 

Calma aew tô vendo nos meus email ...Pois geralmente faço resumos pra colegas meus e envio por emails.

 

 

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II Parte              A Máquina

Quinta feira  era dia de pensar em saudade ,pois  Karina visita a avó.

Pares se desfaziam na sorte pela mudança dos pensamentos ímpares desempalherados

Os números impares são tristes sem os seus pares ...a cidade ia se desfazendo ...

Aos poucos a cidade ia ficando Sem violeiro, sem sanfoneiro e sem cantor .

O que fazia que Antonio tivesse que substituir cada um deles cantando tocando...

Acordou determinado numa manhã de Sábado pra falar de seu sentimento que não  tinha nome, nem forma, nem jeito nem espaço.

-No que você está pensando menino?

- besteira, mãe.

Tomou  coragem coração dizia para cabeça:  vá,cabeça para coragem: vai , coragem respondeu- vou nada, mas sua boca não ouviu e bocejou.  Karina bem no meio da praça e a boca de Karina não disse não e nem poderia, pois estava por demais ocupada.  

Muitas noites se sucederam do namoro: quer não quer , pode não pode, quer mas não pode, pode mas não quer , um passo a querer no que outro desquer e esse só vai querer novamente com a  não desquerência do outro.

O  fato é que, nesse sei, não sei ,foi ,não foi, Karina e Antonio foram trocando juras... até altas horas ,mãos  dadas, passaram a andar juntos pra todo canto  Antonio e Karina e Karina Antonio...nomes  eram  pronunciados sempre juntos na boca do povo da cidade

Juntos nas frases, nos contos e nos pensamentos- nem os olhos se afastavam, nem a boca , as mãos...

Os pedaços de um foram encontrando os pedaços de outro, por partes.  Até serem a hora em que cada  pedaço de um conhecia o outro inteiro, nem em filme Karina via isso, bastavam apenas 2 para senti-lo. Mas a noite em que Antonio e Karina viravam um só de vez , quando todos os pedaços dos dois se ajeitavam num mesmo pedaço... a lua Tb estava cheia. 

Antonio mais e mais procedia a satisfazer os desejos de Karina não se preocupando com a saída de moradores da cidade, mesmo que Karina vivesse ensaiando  para sua saída, ele não acreditou que ela poderia de fato ir.

Ela queria tudo e queria saber de tudo e Antonio se esforçava para cumprir todo o desejo de sua amada ,ensaiavam para quando fosse atriz ,colocavam roupas ,maquiagem e tal...

Antonio da dona Nazaré e Karina de rua debaixo como eram conhecidos...

Karina  chora triste com seu destino sem futuro , chorou muito  as suas metades de olhos

Dizendo que nada valia ensaiar para ser atriz  se nunca vai acontecer nada na cidade que a proporcione isso , que deveria sair pra conhecer o mundo...

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