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Ursozord

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  1. https://www.epicgames.com/store/pt-BR/product/torchlight/home Por tempo limitado. Requer uma conta Epic Store.
  2. https://store.steampowered.com/app/226840/Age_of_Wonders_III/ Por tempo limitado. Requer uma conta Steam.
  3. Comparando o próximo jogo da franquia com o estilo antigo.
  4. Teenage Mutant Ninja Turtles: O Rescue-Palooza é um jogo gratuito de beat-em-up feito por fãs baseado no TMNT. Este jogo é descrito como uma atualização e homenagem aos títulos clássicos do NES, com toneladas de personagens jogáveis pela primeira vez. Teenage Mutant Ninja Turtles: O Rescue-Palooza possui 60 personagens jogáveis, 17 estágios, 4 estágios Bonus, cooperativa local para 4 jogadores, gráficos aprimorados, clipes de voz do programa de TV, veículos montáveis e inúmeras referências ao desenho animado e linha de brinquedos originais TMNT. Download: https://gamejolt.com/games/teenage-mutant-ninja-turtles-rescue-palooza/39658
  5. Capítulo Cinco: O sangue de dois mundos. Reino de Samus. 04:00 Brek se adiantou rapidamente enquanto o túnel atrás desmoronava e suspirou se odiando profundamente pelo que fez com Armitrax: Em como o manipulou continuamente desde que vieram ao reino de Samus para não atrair suspeitas e amaldiçoava o clero superior por não o ter escutado e o enviado em missão solitária, mas compreendia toda a insegurança e incerteza que a Ordem possuía contra ele, afinal para muitos cidadãos de Brekkia era comum dizer que o mundo começou a acabar em Samus. Por isso haviam determinado que Armitrax fosse a mão direita de Brek, pois caso fosse real, caso Brek realmente não fosse o patriota fiel qual fez todos acreditarem, então dificilmente conseguiria o arqueiro conseguiria vencer contra um dos melhores guerreiros de toda Brekkia. "Ignorantes infelizes" — Conclui o cavaleiro balançando a cabeça para afastar as memorias do passado e por fim chegar a uma enorme porta quase completamente quebrada, de madeira podre. Sem dificuldades à atravessou, se encontrando com uma pequena sala onde haviam duas escadas diferentes, uma mais ao canto e outra ao lado de uma estatua de pedra ainda intacta, uma jovem mulher sorridente sentada com uma bebê em seu colo. Uma mãe afável e desejosa aos olhos de qualquer um. Brek admirou-a por alguns segundos, como um fantasma do passado, então se apressou pela escadaria ao seu lado e seguiu por ela ignorando duas portas e um vão escuro, até finalmente parar no segundo vão que surgia e seguir por ele, mesmo na completa escuridão, mas sabendo com maestria por onde tudo estava e sem medo algum de se quer tropeçar, tal qual um adulto caminhando na escuridão da noite em sua própria casa, até que finalmente o cavaleiro encontra um portão de madeira trabalhada, avermelhado como brasa e que por ele vinha uma fraca luz e decidiu ir em sua direção. Além se encontrava um grande salão, com um teto decorado em tecidos coloridos, bandeiras e laços, que mesmo nesta fraca luz, que se esgueirava como um ladrão vinda das janelas mais ao fundo, ainda assim entregavam uma sensação nostálgica ao cavaleiro que observava com certo carinho o salão cujo o chão quase todo decorado por imensos blocos de pedras brilhantes pareciam lutar para conseguir reluzir o menor raio de luz e as paredes ricas de espelhos altos, velhos e rachados, lotados de pó onde já era impossível refletir algo. Mais a frente, em meio a estatuas desfiguradas de duques e cavaleiros haviam lustres retorcidos caídos ao chão era de onde a luz da manha começava a surgir e foi para onde Brek se dirigiu sem perceber, ao se lembrar como corria livremente por este e outros salões para o desespero completo das criadas e risadas dos convidado. Neste momento uma voz serena, feminina, começou a ressoar pelos tijolos das paredes fazendo o coração preso na caixa se debater e Brek retirar seu capacete, jogando-o para o lado. Sentia o metal em seu rosto começar a sufoca-lo. Tão logo o metal tocou o chão o cavaleiro não estava mais sozinho, pois por todos os lados, desde a entrada até a ponta mais escura do teto haviam fantasmas observando-o. Parados em silencio, encarando-o, como pilares de fumaça que ia e vinha enquanto a luz junto a brisa da manha os desfazia. Brek sabia quem eram, sabia quem cada um deles era, mas isso não o deixava assustado ou orgulhoso, apenas seguiu atravessando quem estivesse em sua frente como uma neblina fria, o cavaleiro seguia em silencio atravessando pequenos corredores e algumas escadas, cada vez mais adentro do castelo e finalmente parar no meio de um enorme salão, o saguão principal de todo o castelo. Brek olhou para o alto onde o salão dava lugar a um vão gigantesco que se estendia até o topo e além. Aqui não havia mais olhos frios o perseguindo, apenas o barulho do vento que assombrava solitário e a chuva fina da manha que descia do topo, uma redoma gigante de vidro todo quebrado que mal conseguia se segurar nas bordas, por onde a chuva caia diretamente sobre a enorme mancha verde bem no meio do salão, como sangue velho de um corpo abandonado por todos menos pelo musgo e pelo próprio cavaleiro, pois foi aqui neste exato local que sua mãe morreu e o mundo acabou. O cavaleiro voltou a olhar uma ultima vez para o alto, deveria ser por volta das quatro da manha. Por vezes havia sonhado em voltar para este local, por anos havia esperado e calculado, mentido e guardado em segredo tudo que um mundo cego jamais compreenderia, mas finalmente ele estava aqui. Este momento era de fato real e ele respirou fundo para fazer o que precisava ser feito, então sem hesitar retirou pegou adaga que sempre havia carregado em segredo, o primeiro presente de seu pai, olhou uma ultima vez para o céu, com algumas gotas caindo em seu rosto e imediatamente cravou a adaga bem no meio dos olhos! Sem medo! Sem hesitar! Ele ainda pôde ver e sentir seu sangue correr quente e mesmo quando caiu de lado no chão com a visão já à falhar, ainda assim percebeu quando o sangue de dois mundos colidiram criando e uma explosão violentíssima de luz invadindo e preenchendo tudo em seu caminho! Fim.
  6. Para um filme de poucas horas se isso for verdade vai ser um tiro no próprio pé... ou quem sabe x serão citados/fazendo pontas e não diretamente na trama.
  7. Santa volta triunfal da saga Tales!
  8. A Microsoft (PC & Xbox One) possuem um programa chamado de aluguel de jogos chamado Game Pass que lhe confere mais de 100 jogos a preços risorios: O preço mensal do plano é 30 reais, mas de vez em quando eles fazem promoções para não assinantes de 1 á 3 mesês por 1 real. - Eu mesmo vive o ano quase todo só pegando essas promoções de 1 real até que recentemente, na E3 deste ano, teve uma promoção para todos (bastava entrar e clicar) que você ganhava a assinatura do programa até 2021 inteiramente de graça. O bom desse programa é que não só tem uma porrada de jogo, mas sempre que o jogo é da própria Microsoft eles colocam no programa de cara ao mesmo dia do lançamento do dito jogo. Por exemplo, final do ano vai sair o tão esperado gears of War 5 e logo no primeiro dia que for liberado para as pessoas comprarem nas lojas... também está liberado para os assinantes do Game Pass já baixarem e jogarem, sem nenhuma cobrança adicional. - Parece uma loucura ou pegadinha de um sistema/programa novo, mas não é. O Game Pass já é um programa velho. O lado mais positivo é que não funciona como a Netflix, em que você está assitindo um stream online e caso sua net seja volatil, então a qualdiade pode cair. No Gamepass você não joga por stream, pelo contrário, de fato baixa o jogo para seu Xbox One ou PC e joga-o a partir da sua casa com a mesma qualidade de como você tivesse comprado o jogo em disco. Ele só vai checar primeiro se você está online para dar a partida inicial no jogo determinado. Ai você deve pensar, "Rapaz... então qual a pegadinha ai? Porque tem que ter!"... então, fica dificil mesmo de acreditar, mas não tem pegadinha não. Basicamente cê paga (que varia de 1 real em promoção a 30 o preço padrão, como comentei acima) e automaticamente você tem um catalogo com mais de 100 jogos para jogar quando quiser enquanto você permanecer como assinante. É tipo pagar pra ir na locadora e o dono deixar você jogar o que você quiser até você deixar de pagar & caso goste muito de algum jogo e queira de fato comprar para ser seu, ainda ganha um desconto na compra desse jogo. - dai o resultado benefico do programa: As vendas dos jogos subiram muito, porque muita gente agora pode de fato testar loucamente x jogo e se gostar, então de fato comprar o jogo para ser da pessoa.
  9. Acabei de postar, mas foi menos que o esperado... será?
  10. Capítulo Quatro: Carne e fogo. Reino de Samus. 03:15 — Sabe, Brek... Eu odeio quando você não tem certeza das coisas. Brek ignorou o amigo e caminhou até a parede mais próxima como se tenta-se lembrar em um mapa onde estavam, mas isso apenas o confundia, pois as paredes não pareciam firmes, como de tijolo e concreto, mas flexíveis como ceda e fofas como uma almofada. Armitrax tratava de procurar algo de útil abandonado entre os mortos e com muita sorte conseguiu achar, de fato havia centenas de coisas uteis aos olhos treinados de um guerreiro, como diversos tipos de armas pequenas, alguns escudos curtos e definitivamente muita armadura, possivelmente da guarda do castelo, pois o cavaleiro não conhecia nenhum dos semblantes. Foi então que neste meio tempo, em que Brek parecia ter circulado por todo o lugar e agora observava o teto de larvas coloridas, Armitrax achou algo que o agradou muito além de qualquer expectativa: Uma espada fina de cor de cobre, mas não enferrujada, longa o suficiente como pouco mais que um braço inteiro, mas estranhamente firme e assustadoramente leve. De pomo pontudo, como um espinho, à um cabo simples, não havia quase nenhuma distinção nem mesmo um guarda-mão, para indicar que aquilo era de fato uma espada e não um simples laminado de cobre. — Que espada estranha. - disse Brek e Armitrax concordava, mas se sentia agradecido por finalmente ter algo maior do que seu pequeno machado de mão. — O dono atual dela não vai mais usar - disse referindo-se aos esqueletos no chão. — Então agora é minha, mas e então Brek? — Eu ainda tenho minhas dúvidas, mas acho que estamos em uma das estufas subterrâneas do castelo... pelo menos explicaria os sonhadores. — Sonhadores? - argumentou Armitrax — Você fala daquelas minhocas? — Sim. Brek apontou para as larvas no teto. - Eram muito usadas pelos médicos deste reino para tratar problemas de sono, do mesmo jeito que sanguessugas para o sangue, possivelmente estão desse tamanho pelo mesmo motivo das baratas em Brekkia. — Certo... - respondeu Armitrax devagar. — Mas e quanto ao caminho para continuarmos? — Estamos no escuro quanto a isso. Tenho certeza de "onde" estamos, mas eu nunca entrei realmente em uma das estufas do palácio. Você vai ter que ir na frente abrindo caminho até acharmos algo para me definir melhor. Armitrax não respondeu e na verdade não gostou de saber que estavam tão perdidos assim. Caminhou até uma das paredes que parecia ser mais maleável, como ceda ao vento e de fato pode sentir uma corrente de ar entrando. Enfim perguntou: — Você acha que podemos chegar na praia por este lugar pelo menos? — Não. Por mais que eu tenha evitado, vamos ter que ir diretamente na direção do Castelo e subir por ele para voltarmos a superfície. Apenas a partir de lá que poderemos escolher novamente rotas para a praia novamente e descobrir porque diabos estavam nós atacando. — Certo... mas eu acho melhor você carregar esta coisa. - disse Armitrax removendo a pequena caixa de suas costas. — Se algo der errado pelo menos você pode ficar invisivel e sumir com isto. - Brek concorda e logo guardou a caixa em uma das presilhas na costa da armadura, junto a sua aljava de flechas. Com a nova espada em mãos Armitrax facilmente rasgou a parede de ceda e abriu caminho. A frente estava um enorme salão que se estendia muito além da visão, como um túnel gigantesco repleto de teias e gosma pegajosa verde pelos cantos do teto que pingavam muito lentamente ao chão, como um mel maligno. Ainda assim o que mais chamava a atenção era o silencio que imperava cruelmente no ar, mas ambos os cavaleiros tinham uma sensação esmagadora de estarem sendo constantemente vigiados enquanto caminhavam devagar em direção ao desconhecido. Demorou algum tempo, mas finalmente o silencio do ambiente foi quebrado por um som estranho, como ossos se quebrando e se batendo e quanto mais os cavaleiros caminhavam mais este som bizarro aumentava, assim como de mais e mais ossos de batendo uns contra os outros até subitamente ambos pararam. Armitrax deu sinal apontando com uma mão e dois dedos para os próprios olhos e em seguida apontou mais a frente, onde Brek pode ver claramente dezenas de criaturas do tamanho de cachorros, mas que pareciam carne crua forçada entre si, como que costurada de alguma forma pelos próprios ossos do corpo. — Carnodores? - sussurou Armitrax e Brek confirmou com o balançar da cabeça. Havia pelo menos uma dúzia deles amontoados uns nos outros em meio a uma pequena elevação de ossos que constantemente era mastigada pelas criaturas. Ambos sabiam que apesar da aparência monstruosa e dos ossos pontiagudos por todo o corpo essas criaturas não são realmente perigosas para os membros da Ordem, pois não possuem olhos ou ouvidos, sendo guiados unicamente pelo odor presente no ambiente ou exalado por seres vivos, mas o problema central é que haviam muitos aglomerados e isso sempre significava a presença de um carnodor alfa, um líder, extremamente maior e mais desenvolvido que podia inclusive possuir olhos e isso sim seria um verdadeiro pesadelo de enfrentar, ainda mais para apenas dois cavaleiros. — Não vejo o alfa. - disse Armitrax sussurrando e logo percebeu Brek apontando para o teto logo acima dos carnodores. Lá estava o alfa. Imensamente maior, preso ao teto por pura força, completamente fora da realidade dos menores. Um pesadelo ambulante de carne e ossos retalhados entre si que de alguma forma macabra parecia estar dormindo ou em transe, pois estava completamente imóvel com exceção do que parecia ser sua calda, caída e balançando lentamente por cima dos carnodores menores. A visão da criatura era tão assombrosa que ambos ficaram assustados o que acabou atraindo a atenção dos menores que imediatamente pararam de mastigar os ossos e se viraram encarando a direção da dupla que recuou devagar alguns metros. — Acho que tenho um plano. - disse Brek e logo Armitrax ambos relaxaram o que fez os carnodores voltarem a mastigar e lamber a pilha de ossos. — Eu vou passar invisível por eles usando o arco. Se o alfa estiver ou não acordado, de todo jeito ele não vai me ver. Então eu vou armar uma armadilha explosiva bem do lado deles. Ao menor sinal de movimento eu simplesmente explodo aquela coisa e você passa correndo. — Faz sentido o fogo contra eles, mas definitivamente não gostei desse plano. As chances são muito altas de você ou eu sermos pegos na explosão. — Eu sei e é por isso você vai ficar com minha última flecha de clarão. Se o desgraçado ainda conseguir se levantar você joga isso diretamente contra ele deixando-o cego. Mesmo hesitante Armitrax concorda, afinal lembra que não vai ser a primeira vez que Brek tenta algo quase suicida mas que sempre acaba dando certo e definitivamente não vai ser em um túnel abandonado destes que ambos vão morrer, ainda mais aqui e agora. Ambos os cavaleiros recuam um pouco mais, Brek entrega a flecha de Armitrax, e repassam mais uma vez o plano: Lembrando que é essencial que caso o pior aconteça, então Armitrax jogue a flecha no alfa, que como estará pegando fogo, então fará a flecha explodir cegando-o completamente. Com tudo decidido, então Brek da uma última olhada para Armitrax, claramente incomodado, pois sabe que as chances não estão a favor ambos. Brek então retira o capacete e olha bem nos olhos do amigo. — Thiago - disse Brek chamando Armitrax por seu nome verdadeiro, algo que os cavaleiros da Ordem são impelidos a nunca fazer, pois devem esquecer seu passado para sempre seguir em frente em direção ao futuro. — Isto vai dar certo. — Eu sei que vai. - disse Armitrax. — Você nunca fez merda. Eu confio em você. O amigo sorri e acena com a cabeça, então desaparece como num sopro enquanto Armitrax se adianta devagar segurando a flecha de clarão na mão e se prepara para o pior enquanto espera. Primeiro Brek precisa posicionar os explosivos o que leva algum tempo até que finalmente o arqueiro aparece do outro lado. — Finalmente. - pensa Armitrax mas é neste momento enquanto o cavaleiro começa a caminhar devagar pelo caminho que ele para, congelado sem saber o que fazer, pois algo completamente fora do planejado acontece: Do outro lado, pórem bem mais longe estava Brek. Que então levanta o arco e dispara uma flecha flamejante contra os explosivos. O túnel inteiro estremece violentamente com fogo selvagem direcionado, devorando e consumindo tudo em seu caminho num turbilhão flamejante de pressão infernal! Arrancando e levando consigo cada maldita criatura de seu esconderijo junto com Armitrax a metros de distancia e derrubando o teto do túnel pelo caminho!
  11. https://www.gog.com/game/toonstruck Por tempo limitado. Requer uma conta no site. Isso é gratuito.
  12. Única parte realmente boa da E3 deste ano junto com a conferencia da Nintendo.
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